Viajando o Sertão – Luís da Câmara Cascudo

Viajando o Sertão – Luís da Câmara Cascudo

As dezoito crônicas deste volume, publicadas originalmente no jornal A República, entre 31 de maio e 29 de junho de 1934, constituem o relato de uma viagem pelo Sertão nordestino empreendida por Câmara Cascudo ao lado do interventor federal e de outras autoridades locais. Aqui o autor faz um minucioso relato da vida sertaneja, quase um estudo, sobre santeiros, arte religiosa e igrejas, sobre a família e as práticas de sociabilidade no Sertão, sobre o modo de falar do povo, sua música e cantorias, sobre a relevância da carnaúba na paisagem, na economia e na cultura local, sobre os caminhos sertanejos e também sobre o cangaço. Obra da maturidade, trata-se de mais uma contribuição seminal do autor potiguar à cultura brasileira. Um dos mais respeitados pesquisadores do folclore e da etnografia no Brasil, Luís da Câmara Cascudo viveu quase toda sua vida no Rio Grande do Norte. Lia muito, recebia visitas, escrevia demais. Em suas viagens fazia amigos e ouvia histórias. Trocava muita correspondência. Por ser um homem muito querido, recebia – por escrito ou ao pé do ouvido – muitas informações sobre “causos” que embalaram o sono e assustaram gerações e gerações. Professor Cascudo, como historiador que era, também pesquisou.

As dezoito crônicas deste volume, publicadas originalmente no jornal A República, entre 31 de maio e 29 de junho de 1934, constituem o relato de uma viagem pelo Sertão nordestino empreendida por Câmara Cascudo ao lado do interventor federal e de outras autoridades locais. Aqui o autor faz um minucioso relato da vida sertaneja, quase um estudo, sobre santeiros, arte religiosa e igrejas, sobre a família e as práticas de sociabilidade no Sertão, sobre o modo de falar do povo, sua música e cantorias, sobre a relevância da carnaúba na paisagem, na economia e na cultura local, sobre os caminhos sertanejos e também sobre o cangaço. Obra da maturidade, trata-se de mais uma contribuição seminal do autor potiguar à cultura brasileira. Um dos mais respeitados pesquisadores do folclore e da etnografia no Brasil, Luís da Câmara Cascudo viveu quase toda sua vida no Rio Grande do Norte. Lia muito, recebia visitas, escrevia demais. Em suas viagens fazia amigos e ouvia histórias. Trocava muita correspondência. Por ser um homem muito querido, recebia – por escrito ou ao pé do ouvido – muitas informações sobre “causos” que embalaram o sono e assustaram gerações e gerações. Professor Cascudo, como historiador que era, também pesquisou.

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