Veia Bailarina – Ignácio de Loyola Brandão

Veia Bailarina – Ignácio de Loyola Brandão

A Global Editora apresenta a 4ª edição do seu Veia Bailarina, lançado em 1997, que esgotou duas edições em apenas dois meses. Além disso, foi considerado o Melhor Livro do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e provocou muitas reações do público.

Loyola relata, neste livro, todo o processo da descoberta – por meio de uma ressonância magnética, depois de uma tontura em sua casa – de um aneurisma no cérebro e da necessidade de passar por uma cirurgia antes que a veia dilatasse ainda mais e rompesse dentro de sua cabeça.

Segundo Deonísio da Silva, “Veia Bailarina é um livro sobre a dor, o medo, as nossas perdas de cada dia, as do varejo, e aquelas acumuladas ao longo da vida, no atacado. Mas não pense que é um livro triste, um rosário de queixas, capaz de fazer uma estátua soluçar espantando os passantes. Apesar de dramático, seu tom é delicado, suave, sarcástico às vezes. É um livro sobre a redescoberta do viver”. Por essas e outras que, mesmo não tendo sido escrito para este fim, ele sempre é lembrado como um livro de “autoajuda”. Afinal, nele, uma personalidade muito conhecida e querida do mundo das letras deixa a ficção de lado e se expõe como uma pessoa muito próxima do leitor.

Veia Bailarina é, na realidade, uma grande crônica porque nele, Loyola consegue relatar toda a angústia provocada pela doença, o tratamento, os procedimentos antes e pós-operatórios mesclando pitadas de humor e genialidade.

“… um livro sobre a redescoberta do viver”. (Deonísio da Silva)

A Global Editora apresenta a 4ª edição do seu Veia Bailarina, lançado em 1997, que esgotou duas edições em apenas dois meses. Além disso, foi considerado o Melhor Livro do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e provocou muitas reações do público.

Loyola relata, neste livro, todo o processo da descoberta – por meio de uma ressonância magnética, depois de uma tontura em sua casa – de um aneurisma no cérebro e da necessidade de passar por uma cirurgia antes que a veia dilatasse ainda mais e rompesse dentro de sua cabeça.

Segundo Deonísio da Silva, “Veia Bailarina é um livro sobre a dor, o medo, as nossas perdas de cada dia, as do varejo, e aquelas acumuladas ao longo da vida, no atacado. Mas não pense que é um livro triste, um rosário de queixas, capaz de fazer uma estátua soluçar espantando os passantes. Apesar de dramático, seu tom é delicado, suave, sarcástico às vezes. É um livro sobre a redescoberta do viver”. Por essas e outras que, mesmo não tendo sido escrito para este fim, ele sempre é lembrado como um livro de “autoajuda”. Afinal, nele, uma personalidade muito conhecida e querida do mundo das letras deixa a ficção de lado e se expõe como uma pessoa muito próxima do leitor.

Veia Bailarina é, na realidade, uma grande crônica porque nele, Loyola consegue relatar toda a angústia provocada pela doença, o tratamento, os procedimentos antes e pós-operatórios mesclando pitadas de humor e genialidade.

 

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