Uma Superfície de Gelo Ancorada no Riso – Hilda Hilst

Uma Superfície de Gelo Ancorada no Riso – Hilda Hilst

Uma superfície de gelo ancorada no riso é uma antologia que aproxima os leitores da vasta produção de Hilda Hilst. Dividida em onze seções que representam os principais temas de sua obra: “Ouso pensar”; “Corja humana”; “A tarefa do escritor”; “A língua é matéria vibrátil” ; “O ofício do escritor”; “Mulheres”; “Esse aberto do peito” ; “Pai”; “Cara cavada” ; “Morte” e “Ter sido” ; a coletânea contém exemplos das várias linguagens da escritora que foi poeta, ficcionista, cronista e dramaturga.
Daí a grande variedade das dimensões dos fragmentos selecionados: de frases curtíssimas a parágrafos extensos, mas todos invariavelmente lúcidos e brilhantes. A seleção ficou por conta de Luisa Destri, co-autora de Por que ler Hilda Hilst, já editado pela Globo Livros.
Hilda Hilst foi uma mulher de personalidade forte – atributo que também se aplica a sua obra. No total, são quase quarenta títulos em quatro diferentes gêneros, nos quais transitou da metafísica ao sexo – sempre com a mesma desenvoltura, naturalidade e densidade. Baseada em fortes raízes clássicas, que mergulham em várias tradições, como a poesia bíblica, a cantiga portuguesa, a poesia mística espanhola etc., Hilst é, ao mesmo tempo, radicalmente moderna, ao se alimentar de algumas das influências mais importantes da literatura internacional do século XX, como Rainer Maria Rilke, James Joyce, Samuel Beckett e Fernando Pessoa.

Uma superfície de gelo ancorada no riso é uma antologia que aproxima os leitores da vasta produção de Hilda Hilst. Dividida em onze seções que representam os principais temas de sua obra: “Ouso pensar”; “Corja humana”; “A tarefa do escritor”; “A língua é matéria vibrátil” [sobre a poesia]; “O ofício do escritor”; “Mulheres”; “Esse aberto do peito” [sobre a paixão]; “Pai”; “Cara cavada” [sobre Deus]; “Morte” e “Ter sido” [sobre a condição humana]; a coletânea contém exemplos das várias linguagens da escritora que foi poeta, ficcionista, cronista e dramaturga.
Daí a grande variedade das dimensões dos fragmentos selecionados: de frases curtíssimas a parágrafos extensos, mas todos invariavelmente lúcidos e brilhantes. A seleção ficou por conta de Luisa Destri, co-autora de Por que ler Hilda Hilst, já editado pela Globo Livros.
Hilda Hilst foi uma mulher de personalidade forte – atributo que também se aplica a sua obra. No total, são quase quarenta títulos em quatro diferentes gêneros, nos quais transitou da metafísica ao sexo – sempre com a mesma desenvoltura, naturalidade e densidade. Baseada em fortes raízes clássicas, que mergulham em várias tradições, como a poesia bíblica, a cantiga portuguesa, a poesia mística espanhola etc., Hilst é, ao mesmo tempo, radicalmente moderna, ao se alimentar de algumas das influências mais importantes da literatura internacional do século XX, como Rainer Maria Rilke, James Joyce, Samuel Beckett e Fernando Pessoa.

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