Um Lugar ao Sol – Érico Veríssimo

Um Lugar ao Sol – Érico Veríssimo

Um Lugar ao Sol retoma personagens de obras anteriores de Érico Veríssimo, como Clarissa e Música ao Longe. Essas narrativas, todas protagonizadas por Clarissa, estão, ao lado de O tempo e o vento, entre os textos de maior sucesso do escritor.
Depois que o pai foi assassinado a mando do prefeito de Jacarecanga e a família perdeu seu casarão, a jovem professora Clarissa se muda para Porto Alegre com a mãe e o primo Vasco. Primeiro eles se hospedam na pensão de tia Eufrasina (cenário de Clarissa); depois na casa da professora Fernanda (em Caminhos cruzados).
Enquanto Clarissa enfrenta precocemente a luta pela sobrevivência na cidade grande, Vasco se envolve com a boêmia local e conhece um estudante de medicina cujas atividades revolucionárias incitam a ira do Estado policial.
Publicado originalmente em 1936, Um lugar ao sol reflete os esforços de Érico para criar um romance que, segundo a personagem Fernanda, contenha “o mínimo de literatura e o máximo de verossimilhança”. Ou seja, pouco rebuscamento e muita verdade. Descrevendo “a cidade grande com seus dramas”, o escritor não é complacente ao fazer um retrato do espetáculo humano.
O resultado é uma dose alentada de vida, capturada em sua essência mais laboriosa e vibrante, por vezes negra, mas sempre profundamente emocionada.

Um Lugar ao Sol – Érico VeríssimoUm Lugar ao Sol retoma personagens de obras anteriores de Érico Veríssimo, como Clarissa e Música ao Longe. Essas narrativas, todas protagonizadas por Clarissa, estão, ao lado de O tempo e o vento, entre os textos de maior sucesso do escritor.
Depois que o pai foi assassinado a mando do prefeito de Jacarecanga e a família perdeu seu casarão, a jovem professora Clarissa se muda para Porto Alegre com a mãe e o primo Vasco. Primeiro eles se hospedam na pensão de tia Eufrasina (cenário de Clarissa); depois na casa da professora Fernanda (em Caminhos cruzados).
Enquanto Clarissa enfrenta precocemente a luta pela sobrevivência na cidade grande, Vasco se envolve com a boêmia local e conhece um estudante de medicina cujas atividades revolucionárias incitam a ira do Estado policial.
Publicado originalmente em 1936, Um lugar ao sol reflete os esforços de Érico para criar um romance que, segundo a personagem Fernanda, contenha “o mínimo de literatura e o máximo de verossimilhança”. Ou seja, pouco rebuscamento e muita verdade. Descrevendo “a cidade grande com seus dramas”, o escritor não é complacente ao fazer um retrato do espetáculo humano.
O resultado é uma dose alentada de vida, capturada em sua essência mais laboriosa e vibrante, por vezes negra, mas sempre profundamente emocionada.