Um Certo Suicídio – Patricia Highsmith

Um Certo Suicídio – Patricia Highsmith

Uma perseguição sem trégua pelos canais de Veneza.
Ray Garrett, comerciante de arte, não sabe porque sua mulher se suicidou. Sabe apenas que o pai dela agora o detesta a ponto de matá-lo. Esta é uma história de amor irrealizado, de ódio crescente e de invencível obsessão, em meio aos becos escuros e praças desertas de uma Veneza insuspeitada: cenário perfeito para mais um brilhante policial psicológico de Patrícia Highsmith, onde pode até não haver crime, mas não faltam criminosos em potencial.
O que fazer quando alguém está determinado a matá-lo? Quando culpa você pelo suicídio da filha, pouco após o casamento? Ray Garrett não sabe (ninguém sabe) por que sua mulher Peggy se matou num hotel em Maiorca. Sabe apenas que o pai dela passou a odiá-lo tanto que não descansará enquanto não vir seu corpo boiando num canal de Veneza. A cidade italiana é aqui um cenário polarizador de duas obsessões: a de Coleman, o pai, pintor maduro e cínico, que assume o papel de vingador; e a de Ray, um comerciante de arte que sente a necessidade compulsiva de provar inocência. São dois personagens torturados, vivendo uma mútua perseguição nessa Veneza fria e semideserta – um labirinto enevoado onde cada beco, cada canal se torna uma ameaça; e onde cada sombra é um perigo. No seu estilo conciso, às vezes demolidor, Patrícia Highsmith oferece ao leitor mais um romance onde a caracterização psicológica e o estudo das motivações humanas prevalecem sobre o puro mistério de uma morte e da investigação policial.

Um-Certo-Suicídio-Patricia-HighsmithUma perseguição sem trégua pelos canais de Veneza.
Ray Garrett, comerciante de arte, não sabe porque sua mulher se suicidou. Sabe apenas que o pai dela agora o detesta a ponto de matá-lo. Esta é uma história de amor irrealizado, de ódio crescente e de invencível obsessão, em meio aos becos escuros e praças desertas de uma Veneza insuspeitada: cenário perfeito para mais um brilhante policial psicológico de Patrícia Highsmith, onde pode até não haver crime, mas não faltam criminosos em potencial.
O que fazer quando alguém está determinado a matá-lo? Quando culpa você pelo suicídio da filha, pouco após o casamento? Ray Garrett não sabe (ninguém sabe) por que sua mulher Peggy se matou num hotel em Maiorca. Sabe apenas que o pai dela passou a odiá-lo tanto que não descansará enquanto não vir seu corpo boiando num canal de Veneza. A cidade italiana é aqui um cenário polarizador de duas obsessões: a de Coleman, o pai, pintor maduro e cínico, que assume o papel de vingador; e a de Ray, um comerciante de arte que sente a necessidade compulsiva de provar inocência. São dois personagens torturados, vivendo uma mútua perseguição nessa Veneza fria e semideserta – um labirinto enevoado onde cada beco, cada canal se torna uma ameaça; e onde cada sombra é um perigo. No seu estilo conciso, às vezes demolidor, Patrícia Highsmith oferece ao leitor mais um romance onde a caracterização psicológica e o estudo das motivações humanas prevalecem sobre o puro mistério de uma morte e da investigação policial.

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