Últimos poemas – Pablo Neruda

Últimos poemas – Pablo Neruda

Intimamente o poeta conversa com o mar e suas diferentes formas. O sino ainda quer cantar. O peso dos anos e a doença aproximam-no da melancolia. A morte transparece e está presente. Mas Neruda reafirma a fé na palavra, sua ferramenta, memória, esperança. Este livro, o último escrito pelo poeta, foi concluído em seu leito de morte, em setembro de 1973. A grande voz de Neruda se levanta pela última vez, cheia de nostalgia e melancolia, mas como querendo condensar nestes últimos poemas o sentido de toda a sua obra. Na sua leitura, poderíamos dizer, como o poeta à sua amada Matilde: “Foi tão belo viver enquanto vivias”.

Últimos poemas – Pablo NerudaIntimamente o poeta conversa com o mar e suas diferentes formas. O sino ainda quer cantar. O peso dos anos e a doença aproximam-no da melancolia. A morte transparece e está presente. Mas Neruda reafirma a fé na palavra, sua ferramenta, memória, esperança. Este livro, o último escrito pelo poeta, foi concluído em seu leito de morte, em setembro de 1973. A grande voz de Neruda se levanta pela última vez, cheia de nostalgia e melancolia, mas como querendo condensar nestes últimos poemas o sentido de toda a sua obra. Na sua leitura, poderíamos dizer, como o poeta à sua amada Matilde: “Foi tão belo viver enquanto vivias”.

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