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Ulisses – James Joyce

Com o épico Ulisses, sua obra maior, o irlandês James Joyce revolucionou o romance moderno. Transcorrido em um único dia – 16 de junho de 1904 – e em uma só cidade – Dublin -, o enredo de Ulisses consegue abarcar toda a gama das emoções e experiências humanas, que o leitor vivencia pelo olhos, ouvidos e entranhas de personagens inesquecíveis, como Leopold Bloom, Stephen Dedalus e Molly Bloom.

Esta tradução de Ulisses, primorosamente concebida pela professora Bernardina da Silveira Pinheiro ao longo de sete anos de trabalho, tem a intenção de restituir o grande feito literário do século XX a quem de direito: o leitor. Com o mesmo registro coloquial do inglês usado por Joyce, mas sem abrir mão da riqueza linguística que o consagrou, a linguagem empregada nesta edição privilegia uma dimensão mais humana da obra-prima do autor, tornando-a acessível ao maior número possível de leitores.

James Joyce demorou sete anos para escrever Ulisses (de 1914 a 1921). Nesse período, atravessou a Primeira Guerra Mundial, passou por complicações financeiras e teve problemas de visão. Após terminá-lo, enfrentou ainda sérias dificuldades para publicá-lo. Depois de ser recusado no Reino Unido e nos Estados Unidos – onde foi considerado obsceno -, o livro foi finalmente editado em 1922 por uma pequena livraria em Paris, a Shakespeare & Company, da norte-americana Sylvia Beach. Ulisses seria ilegal nos Estados Unidos até 1934, e só seria liberado no Reino Unido três anos mais tarde.

Nele, intercalam-se as trajetórias de dois personagens principais, Leopold Bloom e Stephen Dedalus, pelas ruas de Dublin ao longo de um único dia, 16 de junho de 1904. Sua estrutura e referências remetem à Odisséia, épico de Homero sobre as peripécias de Ulisses (Odisseu, para os gregos) em sua jornada de volta a Ítaca. “Bloom é Ulisses vivendo suas pequenas aventuras em Dublin; Stephen Dedalus é Telêmaco em busca de um pai; Molly Bloom é ao mesmo tempo a iludida Calipso e a fiel Penélope”, escreveu Anthony Burgess, para quem “Ulisses é um livro para se ter, com que se conviver”.

“Este é o livro ao qual todos somos devedores, e do qual nenhum de nós pode escapar”- T.S. Eliot

Com o épico Ulisses, sua obra maior, o irlandês James Joyce revolucionou o romance moderno. Transcorrido em um único dia – 16 de junho de 1904 – e em uma só cidade – Dublin -, o enredo de Ulisses consegue abarcar toda a gama das emoções e experiências humanas, que o leitor vivencia pelo olhos, ouvidos e entranhas de personagens inesquecíveis, como Leopold Bloom, Stephen Dedalus e Molly Bloom.

Esta tradução de Ulisses, primorosamente concebida pela professora Bernardina da Silveira Pinheiro ao longo de sete anos de trabalho, tem a intenção de restituir o grande feito literário do século XX a quem de direito: o leitor. Com o mesmo registro coloquial do inglês usado por Joyce, mas sem abrir mão da riqueza linguística que o consagrou, a linguagem empregada nesta edição privilegia uma dimensão mais humana da obra-prima do autor, tornando-a acessível ao maior número possível de leitores.

James Joyce demorou sete anos para escrever Ulisses (de 1914 a 1921). Nesse período, atravessou a Primeira Guerra Mundial, passou por complicações financeiras e teve problemas de visão. Após terminá-lo, enfrentou ainda sérias dificuldades para publicá-lo. Depois de ser recusado no Reino Unido e nos Estados Unidos – onde foi considerado obsceno -, o livro foi finalmente editado em 1922 por uma pequena livraria em Paris, a Shakespeare & Company, da norte-americana Sylvia Beach. Ulisses seria ilegal nos Estados Unidos até 1934, e só seria liberado no Reino Unido três anos mais tarde.

Nele, intercalam-se as trajetórias de dois personagens principais, Leopold Bloom e Stephen Dedalus, pelas ruas de Dublin ao longo de um único dia, 16 de junho de 1904. Sua estrutura e referências remetem à Odisséia, épico de Homero sobre as peripécias de Ulisses (Odisseu, para os gregos) em sua jornada de volta a Ítaca. “Bloom é Ulisses vivendo suas pequenas aventuras em Dublin; Stephen Dedalus é Telêmaco em busca de um pai; Molly Bloom é ao mesmo tempo a iludida Calipso e a fiel Penélope”, escreveu Anthony Burgess, para quem “Ulisses é um livro para se ter, com que se conviver”.

 

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