Tijolo de Segurança – Carlos Heitor Cony

Tijolo de Segurança – Carlos Heitor Cony

Terceiro livro da carreira de Carlos Heitor Cony, Tijolo de Segurança – publicado comercialmente em 1960 – anunciava o talento de um jovem autor como um dos grandes romancistas da literatura brasileira.

Vencedor do prêmio Manuel de Antonio de Almeida, em 1958, a obra revela as desilusões do indivíduo que sofre a monotonia doméstica e a angústia de viver nas grandes cidades. Conta a história de um ladrão que só vem à noite, demônio-nu que pula os muros e parece andar atrás de mulher. Um homem que arrasta os dias de compromissos sem importância. Uma ilha que perde a paz e absorve, pouco a pouco, o mal do continente e as impurezas do mundo.

Influenciado pelo existencialismo de Sartre e Camus, Cony mal passava dos 30 anos quando escreveu este romance, o livro traz alguns temas perenes em sua obra: a falibilidade humana, a cena urbana, o desespero sempre contido e a forte associação entre tristeza e lucidez.

Como bem define Antônio Houaiss “este romance deve ser um convite ao leitor para que refaça a trajetória de Cony, lendo-lhe a obra toda.”

Tijolo de Segurança – Carlos Heitor ConyTerceiro livro da carreira de Carlos Heitor Cony, Tijolo de Segurança – publicado comercialmente em 1960 – anunciava o talento de um jovem autor como um dos grandes romancistas da literatura brasileira.

Vencedor do prêmio Manuel de Antonio de Almeida, em 1958, a obra revela as desilusões do indivíduo que sofre a monotonia doméstica e a angústia de viver nas grandes cidades. Conta a história de um ladrão que só vem à noite, demônio-nu que pula os muros e parece andar atrás de mulher. Um homem que arrasta os dias de compromissos sem importância. Uma ilha que perde a paz e absorve, pouco a pouco, o mal do continente e as impurezas do mundo.

Influenciado pelo existencialismo de Sartre e Camus, Cony mal passava dos 30 anos quando escreveu este romance, o livro traz alguns temas perenes em sua obra: a falibilidade humana, a cena urbana, o desespero sempre contido e a forte associação entre tristeza e lucidez.

Como bem define Antônio Houaiss “este romance deve ser um convite ao leitor para que refaça a trajetória de Cony, lendo-lhe a obra toda.”

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