Testei o Kobo Touch, ainda vale a pena?

Testei o Kobo Touch, ainda vale a pena?

Minha 1ª experiência no mundo dos E-Reader’s foi com o antigo Sony PRS-505, da minha irmã mais velha (até hoje um padrão de qualidade de aparelho e de contraste de tela) em 2009. Conheci (e me apaixonei) pela tecnologia de telas “E-Ink”, que, diferentemente das telas de tablet’s, de LCD, não emitem qualquer luz, pois são compostas por microcápsulas de tinta especial preta e branca que, num meio olesoso, em contato com uma corrente elétrica, se organizam, formando as imagens/texto na tela. Assim elas conseguem emular ao máximo o bom e velho papel, é preto-no-branco (na verdade preto-no-cinza, pois a tela não é exatamente branca), até olhando de perto parece que a “tinta” da tela está impressa!

Minha 1ª experiência no mundo dos E-Reader’s foi com o antigo Sony PRS-505, da minha irmã mais velha (até hoje um padrão de qualidade de aparelho e de contraste de tela) em 2009. Conheci (e me apaixonei) pela tecnologia de telas “E-Ink”, que, diferentemente das telas de tablet’s, de LCD, não emitem qualquer luz, pois são compostas por microcápsulas de tinta especial preta e branca que, num meio olesoso, em contato com uma corrente elétrica, se organizam, formando as imagens/texto na tela. Assim elas conseguem emular ao máximo o bom e velho papel, é preto-no-branco (na verdade preto-no-cinza, pois a tela não é exatamente branca), até olhando de perto parece que a “tinta” da tela está impressa!

Apesar das constantes comparações, talvez por semelhanças físicas, se tratam de aparelhos muito diferentes, pois enquanto o tablet se aproxima de um computador/smartphone, sendo um aparelho multiuso, o e-reader se presta somente à leitura de livros, mas de forma muito superior ao tablet:

  •   Sua tela não emite luz alguma (olha que já tive vários tablet’s, lendo neles regularmente, nunca me foi incômodo o LCD, mas é muito mais confortável ler no E-Ink);
  •   Pelo motivo acima, a tela só gasta energia quando muda, parada não gasta nada, assim a bateria dura em média 1 mês (com wi-fi majoritariamente desligado) contra as pífias 10 horas de bateria de um tablet;
  •   São aparelhos leves, de no máximo 200 gramas, contra as 350-400 dos tablet’s de 7 polegadas e 600-700 dos tablet’s de 10 polegadas. Pra quem lê por horas, isso faz uma diferença tremenda, conforme o tempo passa.

Como desvantagens temos as seguintes:

  •   A tela é somente preto-e-branco, sem qualquer opção de cores;
  •   Como não emitem luz, assim como o papel, há de se tomar cuidado com o ângulo de leitura, pra ter um bom contraste e conforto de visão;
  •   A tela tem 6 polegadas, o que eu particularmente acho um pouco pequeno (na minha opinião, o ideal seria uma tela de 8 polegadas). Mais sobre isso na seção de PDF’s e Quadrinhos.

Já possui um outro Sony, o PRS-600 (1º touchscreeen da marca, ótima qualidade física e péssimo contraste de tela) e um Positivo Alfa (bom contraste de tela, péssima qualidade física, só me deu dor-de-cabeça). Já tinha decidido comprar um novo E-Reader há tempos, estava quase importando um, quando soube que tanto a Amazon quanto a Kobo passariam a vender aparelhos no Brasil. Fechei a carteira e aguardei os lançamentos “nacionais”. Fiquei em dúvida sobre qual escolher, pois ambas as lojas tem suas qualidades:

  •   Kobo – veio para o país em parceria com a Livraria Cultura. Experiência de uso “simpática”, agradável, enfocando em redes sociais, trabalha com o formato EPUB (padrão do mercado), aceitando livros com ou sem DRM (trava antipirataria), PDF’s e CBR/CBZ (formatos para leitura de Mangas/Quadrinhos) de forma nativa. Aparelhos com suporte a cartão de memória.
  •   Amazon – aparelhos de qualidade levemente superior, acesso à armazenamento ilimitado na “nuvem” (pois não possibilita usar cartão de memória), livros com formato específico (AZW) ou pouco usado (MOBI), indiscutivelmente a melhor loja virtual, mesmo para compra de livros no próprio aparelho, com preços agressivos, aparelho permite leitura de Feed’s (massa isso) e disponibiliza ao usuário e-mail para conversão automática de outros formatos de arquivo para AZW.

 


 

APARELHO

O aparelho que comprei foi o preto. Além dessa cor, ele também pode ser comprado com a borda branca e 4 opções de traseira colorida: azul-bebê, rosa-bebê, lavanda e prateado. Escolhi essa cor pois tenho a impressão de, por contraste, aparentar que a tela é mais branca (pois nos brancos a tela é mais escura que a borda!) – parece besteira, mas vi um fotografo falando que tem alguma verdade aí, pela quantidade de luz recebida no olho durante a leitura, vai saber…

Na lateral direita não há botão algum, na lateral inferior esquerda está a entrada para cartão de memória MicroSD até 32 gigas (o que uso sem problemas, exagerado…) – perceba-se que essas duas entradas são “abertas”, sem nenhuma tampinha a parte de trás tem um padrão losangular (ou, como li nalgum lugar, metalassê), com um pequenino buraco na parte inferior para fazer “soft-reset”, se necessário. Também é possível fazer “hard-reset” segurando o botão On/Off e a tecla Home por um tempo na parte de cima do aparelho fica o botão liga/desliga no tamanho, a altura é uns 4,5 cm menor que uma caixa de DVD e uns 3 cm mais estreita e é bem leve, acho que pesa 190 gramas. Com isso, já li por várias horas direto (6, uma vez) com ele numa mão só e não incomoda de jeito nenhum. O aparelho é bem sólido e compacto, não percebi nenhuma folga, nem frouxidão em parte alguma, inclusive na tela, é tudo bem firme. O material das bordas e laterais é um plástico diferentão, com um toque entre aveludado e emborrachado. O ruim é que tem uma tendência a marcar, não aparecem marcas de dedo, mas é como se ficasse sujo devido a gordura dos dedos (!?), mas é discreto, nada demais, e fácil de limpar. O plástico da traseira é mais comum. A Tela é bem fosca , pouquíssimo reflexiva, ao contrário dos tablets. De fato, parece papel. Nalgumas fotos, até se percebe algum reflexo, mas é por causa do flash da máquina. Ao contrário do kindle, ela é um pouco afundada, por causa dos sensores infravermelhos que permitem a interação Touch-Screen

O aparelho tem 2 gigas de memória interna, sendo uns 1.36 disponíveis pra guardar livros (o resto é ocupado pelo sistema). Ao ser conectado no computador via cabo, o Kobo surge como se fosse um pendrive comum. E, ao removê-lo, sempre use a opção de “remover hardware com segurança” do Windows.

Não percebi nenhuma grande diferença entre guardar os livros na memória interna do aparelho ou num cartão MicroSD (na verdade, a memória interna do aparelho é um cartão MicroSD). Mas percebi uma coisa: PDF’s e quadrinhos tem de ficar na memória interna do aparelho, se ficarem no MicroSD o dispositivo trava (espero que consertem isso numa futura atualização do sistema). Outra coisa: ele lê melhor cartões MicroSD da marca “Sandisk” (é a mesma que o aparelho usa na memória interna.

O 1º USO

Infelizmente não lembrei de tirar fotos na 1ª vez que liguei o aparelho, pois ainda não imaginava fazer o review – mea culpa

Já vi por aí na Internet que o Kobo Touch não pode ser usado sem primeiro conectá-lo no computador pra fazer o registro, que isso era uma coisa antiga, defeito, etc. Na verdade, não é bem assim. É necessário se registrar o aparelho junto à Kobo ou à Livraria Cultura para utilizá-lo sim, mas o aparelho tem conexão wi-fi! Só é necessário se utilizar o computador caso não haja conexão wi-fi disponível.

Essa conta só é obrigatoriamente usada apenas para fazer o registro do aparelho. Para comprar na loja Kobo/Cultura pelo aparelho, ela já fica armazenada na memória (inclusive dados do cartão de crédito, se já estiver cadastrado). Lembrando que o Kobo aceita livros de qualquer outra fonte numa boa, quase não há diferenças de uso/funcionalidades.

Minha experiência:

Como disponho de conexão wi-fi em casa, meu 1º uso seguiu esses passos (o Kobo já sai da caixa com uns 70% de bateria):

  •  Liguei o aparelho no botão liga/desliga;
  •   Imediatamente foi baixada e instalada uma atualização do software e o aparelho reiniciou;
  •   Surge uma tela com opções de idioma, com português do Brasil disponível;
  •   Ele localizou minha rede wi-fi, solicitando senha (que fica guardada na memória);
  •   Surge uma tela para definição de data e hora;
  •  Agora apareceram as opções de registro: é possível se fazer o login de uma conta Kobo pré-existente (meu caso), registrar uma nova conta Kobo ou fazer o login com uma conta da Livraria Cultura. (ouvi falar que, caso se entre com conta da Cultura, não se acessa a loja da Kobo, mas não sei se procede – é melhor utilizar uma conta da Kobo, até porquê depois é fácil agregar uma conta da Cultura via site da Kobo).

E só. Daí por diante é usar à vontade. Todo esse processo não durou nem 2 minutos, não achei nada demais e não usei o computador para nada. Graças ao processador de 800 Mhz, as páginas se sucedem rapidamente e o teclado virtual é ótimo, até impressionante pra um E-Reader. Como é perceptível no review, o contraste da tela é ótimo, com 16 tons possíveis de cinza e definição de 800×600 ppi, super boa. O fundo da tela é um cinza bem clarinho, com as letras num cinza bem escuro, próximo do preto. Como acontece com as páginas de livros físicos, quanto mais claro o ambiente, melhor fica o contraste. Ele é ótimo sob luz branca, ou na luz do sol à medida que se passam as páginas, é perceptível um leve fantasma (“ghosting”) das telas anteriores, a depender da taxa de atualização da tela, mas é muito discreto, na minha opinião.

Quanto à bateria, ela tá durando uns 20 dias (leio de montão), mas isso com o wi-fi majoritariamente desligado. Com ele ligado direto, ela dura bem menos, uns 7 dias. Mas não há motivo pra deixar ele ligado. É melhor deixar pra ligá-lo somente quando se quiser visitar a livraria, ou se souber dalguma atualização de software. Fora isso, vale mais a pena deixá-lo desligado. Como já tenho uma biblioteca grande, é difícil usar a livraria, até porque é mais confortável acessá-la via computador e depois sincronizar o aparelho, ou passar os livros via cabo USB. Para maximizar o uso da bateria, nas configurações, é bom definir tempos para ele entrar em Standy-by e desligar automaticamente, tudo aumenta a já longa carga da bateria.

O SISTEMA OPERACIONAL

O sistema apresenta uma tela inicial com destaque, no centro, para os 5 últimos livros, lidos ou baixados, num carrossel, o que facilita o acesso direto aos itens mais recentes direto daqui. Logo acima do carrossel encontra-se a opção da loja (“livraria”) no canto superior esquerdo há o ícone para a busca de livros, na memória do aparelho ou na loja Kobo/Cultura depois no canto superior direito há o ícone de sinal wi-fi, da bateria e um outro, que permite acessar algumas funções de monitoramento e controle do aparelho abaixo do carrossel, há três opções: de biblioteca de reading life (mais na seção específica) e a opção “Sync” pra sincronizar as informações de leitura com a Kobo e Cultura e atualizar o dispositivo, quando houver novo firmware (são constantemente lançados pela Kobo, com várias melhorias de software, e as atualizações são globais, não dependendo de ser feita uma versão exclusiva brasileira). Abaixo há uma barra que dá acesso à Lista de Pedidos (quando estiver na loja, caso queira marcar um livro pra comprar depois, ele fica facilmente acessível direto daqui – legal.

BIBLIOTECA

Na opção Biblioteca, acessando-se a seção de livros, chega-se à biblioteca propriamente dita, com  algumas opções de ordenação que pode ser visualizada pelas capas dos livros (massa, bem melhor que ol Kindle nacional) ou numa lista (ainda assim melhor que o Kindle nacional), acessando o ícone de chave inglesa (nas outras fotos do review o ícone era um quadrado, houve uma atualização de software) no canto inferior direito pra alternar entre as vistas. Aqui também se escolhe se quer mostrar só os livros no Kobo ou na “nuvem” da Kobo/Cultura (ficam arquivados) e como está a memória do aparelho na navegação por lista, caso o livro faça parte dalguma coleção (ex: Harry Potter, etc) o nome dela aparece num cinza mais clarinho, abaixo do titulo. nesse ícone com “Três Linhas” na visão de lista, ou com um toque longo na capa na outra visualização, acessam-se as opções de cada livro por meio da qual se tem acesso (opção “Ver detalhes”) aos metadados do livro. Permitindo inclusive avaliá-lo, de 1 a 5 estrelas (literalmente falando) como se pode ver, a definição da tela é jóia. Clicando-se em Sinopse, aparecem também opções para encontrar livros similares e exibir detalhes do arquivo. Na opção Biblioteca, há ainda as opções “Jornais e Revistas” (que por enquanto não funciona no Brasil), Amostras (são pequenos pedaços, geralmente o 1º capítulo, dos livros vendidos na Kobo/Cultura, se pode baixá-los de graça pra experimentar o livro/autor) e as ótimas prateleiras, que servem para organizar as coleções de livros. É possível nomeá-las como quiser, depois editar o nome, o conteúdo, etc…

Como se pode perceber, por todo o sistema, aonde houver alguma setinha, geralmente há um menu de opções.

EXPERIÊNCIA DE LEITURA

LIVROS (EPUB’S)

Todos meus livros estão no formato EPUB, fora uns poucos PDF’s, portanto não testei o funcionamento dos suportados livros em MOBI, mas deve ser o mesmo do EPUB (fora que o MOBI é usado majoritariamente só pela Amazon, que já vende o Kindle – melhor pra o Kobo Touch, porque trabalha até com o formato da rival). Como de praxe em dispositivos touchscreen, ao se clicar na capa de um livro, na tela inicial ou na biblioteca, imediatamente o livro é aberto (não detectei nenhum lag, mesmo com livros de 2000 páginas e figuras (!)

1 (506 x 675)

antes de mais nada, um certo defeito do Kobo: o software desperdiça uma parte da tela, na parte da baixo há sempre de 2-3 linhas de texto que poderiam aparecer, mas o espaço nunca é utilizado (fora para a numeração). Numa tela de apenas 6 polegadas, isso é um defeito grande, ao meu ver. Até já entendi 2 motivos para isso: 1) quando se puxam as opções, nenhum texto some e 2) se pode usar as laterais sem texto para passar as páginas sem atrapalhar a leitura – mas era mil vezes melhor usar esse espaço com texto direto. Pou, são 10% da tela! É muito, dona Kobo! Mesmo a numeração de páginas podia muito bem aparecer quando se chamam as opções.

2 (453 x 609)

Para navegação dentro do livro, a tela fica dividida em 3 “faixas” invisíveis: clicando-se no lado direito, se avança uma página, no esquerdo se retrocede uma página e no meio, se acessa o menu de opções

3 (439 x 591)

aonde numa faixa acima aparece o nome do livro (alternando com a hora) e na faixa abaixo a porcentagem já lida do livro e ícones para as opções do livro (índice, anotações, etc)

4 (445 x 558)

outro ícone (“setas”) serve para navegação dentro do livro por página (seta)ou por capítulos (ponta de flecha)

5 (600 x 325)

ao lado as opções de configuração de fonte,

6 (600 x 474)

em que, além de já vir de fábrica com umas 9 fontes, especialmente escolhidas para melhor contraste de tela, te permite facilmente colocar as fontes que você quiser, bastando pra isso conectar o Kobo ao computador, criar uma pasta chamada “fonts” (tudo em minúscula mesmo) na memória do aparelho e colocar as fontes que se queira nos formatos comuns TTF (TrueTypeFormat) ou OTF (OpenTypeFormat), as mesmas que se usa na Internet e no Windows. Sem usar nenhum hack ou procedimento complicado.

7 (480 x 577)

E não é só isso, ao se clicar na opção “Avançado”, se vai para uma outra tela, de opções (chamada de Typegenius), onde é possível se ajustar até a espessura e densidade da fonte! Impressionante isso (inclusive com um comparativo antes/depois!)

8 (463 x 615)

Além do que, o Kobo disponibiliza barras deslizantes para se ajustar o tamanho da fonte, a altura da linha e margens que se prefira usar (ao todo umas 24 posições em cada barra), além de opções de justificação do texto; todo esse conjunto possibilita um ajuste muito fino da experiência de leitura no aparelho, que , afinal, é sua principal função!

Nesse sentido o Kindle nacional é bem pior, pois são poucas opções de fonte (acho que são entre 3-6 fontes, pra mudar disso só na base do hack, perigando quebrar o aparelho/perder a garantia), 3 opções de altura de linha e 3 de margem. Ah, e os tamanhos de fonte são fixos, acho que há 8 opções (no Kobo são 24!). Voltando nas opções do livro, essa é a tela de índice

9 (497 x 655)

Quando selecionamos uma palavra no texto, aparece uma faixa inferior com novas opções, específicas da seleção de texto

10 (546 x 330)

logo quando a palavra é selecionada, surge automaticamente sua definição, dicionário em português brasileiro muito bom, competente, tem a definição de palavras bem difíceis, compostos químicos, até ditado popular aparece, é  completaço!

11 (667 x 500)

Com a palavra selecionada, clicando no 1º ícone, temos opção de destaques e notas. Para selecionar um texto com facilidade, deve-se manter o dedo pressionado sobre a palavra inicial e, sem tirar o dedo da tela, seguir até o final do trecho (apesar de haverem alças de arrasto, elas não são práticas, são ruins de “pegar”)

12 (369 x 474)

Caso se opte pelo destaque, o texto fica assim

13 (371 x 285)

optando-se por adicionar nota, aparece essa tela para a digitação

14 (340 x 433)

e a nota ou destaque fica acessível no menu de anotações

15 (383 x 263)

com as seguintes opções de uso (perceba-se o tal do “ghosting” que muitos reclamam, acho besteira, é muito suave, com o tempo nem é mais percebido, não atrapalha em nada)

16 (382 x 300)

Escolhendo a opção de compartilhar no Facebook, temos essa tela, inclusive permitindo adicionar comentários

17 (277 x 342)

no segundo ícone de opções, temos opções de visualização em tela cheia para visualização da definição das palavras ou tradução entre elas, podendo escolher qual língua utilizar. Um defeitinho aqui é que ele sempre deixa o dicionário português-português como principal, pra alternar entre outras línguas é preciso acessar esse menu, mas um boato forte na internet é que isso será corrigido em futuras atualizações de software (realmente o sistema dá impressão de estar já pronto pra isso, aguardemos). Os outros dois ícones do menu são para localizar palavras no livro e para compartilhamento pelo Facebook

18 (563 x 286)

19 (413 x 460)

21 (371 x 225) 20 (358 x 454) 19 (413 x 460)

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