Tempo de reportagem – Audálio Dantas

Tempo de reportagem – Audálio Dantas

Tempo de reportagem: Histórias que marcaram época no jornalismo brasileiro – Em 1975, Audálio Dantas deixou as redações para assumir a presidência do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Naquele momento, iniciava-se o percurso do protagonista da História – na denúncia corajosa do assassinato do jornalista Vladimir Herzog pela Ditadura Militar – e praticamente se interrompia a carreira de um dos mais brilhantes jornalistas brasileiros. “Ao todo, Tempo de reportagem reúne 13 reportagens e 13 reflexões sobre o reportar. Dos trabalhos publicados, conta com algumas das melhores produções de Dantas, do final da década de 1950 até meados dos anos de 1970, em revistas como a popularíssima O Cruzeiro e a mítica Realidade, além de um texto especial para a revista Playboy, em 1993.

Em textos inéditos, o autor faz uma reflexão sobre os bastidores da apuração dos fatos e sobre os desafios de transformar vida em texto jornalístico – suas escolhas, seus erros, suas dúvidas. Audálio conta, por exemplo, como encontrou Carolina Maria de Jesus na favela paulistana do Canindé e como, ao voltar para a redação, declarou ao chefe que ela já tinha, pronta, a reportagem que fora buscar. Carolina se tornaria, logo depois, a primeira favelada brasileira a escrever e a publicar uma obra literária.

Aos 80 anos, o grande repórter volta à juventude para refletir sobre o seu legado e ajudar as novas gerações de jornalistas e de leitores a pensar sobre a enorme tarefa de contar a história cotidiana de sua época.

Tempo de reportagem: Histórias que marcaram época no jornalismo brasileiro – Em 1975, Audálio Dantas deixou as redações para assumir a presidência do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Naquele momento, iniciava-se o percurso do protagonista da História – na denúncia corajosa do assassinato do jornalista Vladimir Herzog pela Ditadura Militar – e praticamente se interrompia a carreira de um dos mais brilhantes jornalistas brasileiros. “Ao todo, Tempo de reportagem reúne 13 reportagens e 13 reflexões sobre o reportar. Dos trabalhos publicados, conta com algumas das melhores produções de Dantas, do final da década de 1950 até meados dos anos de 1970, em revistas como a popularíssima O Cruzeiro e a mítica Realidade, além de um texto especial para a revista Playboy, em 1993.

Em textos inéditos, o autor faz uma reflexão sobre os bastidores da apuração dos fatos e sobre os desafios de transformar vida em texto jornalístico – suas escolhas, seus erros, suas dúvidas. Audálio conta, por exemplo, como encontrou Carolina Maria de Jesus na favela paulistana do Canindé e como, ao voltar para a redação, declarou ao chefe que ela já tinha, pronta, a reportagem que fora buscar. Carolina se tornaria, logo depois, a primeira favelada brasileira a escrever e a publicar uma obra literária.

Aos 80 anos, o grande repórter volta à juventude para refletir sobre o seu legado e ajudar as novas gerações de jornalistas e de leitores a pensar sobre a enorme tarefa de contar a história cotidiana de sua época.

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