Tática e Disciplina do Partido Revolucionário – Mikhail Bakunin

Tática e Disciplina do Partido Revolucionário – Mikhail Bakunin

Imitemos um pouco a sabedoria dos nossos adversários. Vejam, todos os governos têm na boca a palavra liberdade, enquanto os seus atos são reacionários. Que as autoridades revolucionárias não façam mais frases, mas usando uma linguagem mais moderada, a mais pacífica possível, façam a revolução.

É totalmente o inverso do que as autoridades revolucionárias, em todos os países fizeram até hoje: elas foram a maior parte das vezes excessivamente enérgicas e revolucionárias em sua linguagem e muito moderadas, para não dizer muito reacionárias, nos seus atos. Pode-se mesmo dizer que a energia da linguagem, a maior parte das vezes, serviu-lhes de máscaras para enganar o povo, para lhe esconder a fraqueza e a incoerência de seus atos. Há homens, muitos homens na burguesia supostamente revolucionária, que ao pronunciarem algumas palavras revolucionárias, julgam fazer a revolução, e que, depois de as terem pronunciado, se julgam com o direito de cometer atos de fraqueza. inconseqüências fatais, atos de pura reação. Nós somos revolucionários para valer, fazemos absolutamente o contrário. Falamos pouco de revolução, mas fazemo-la. Deixemos por agora a outros o cuidado de desenvolver teoricamente os princípios da revolução social, e contentemo-nos em aplicá-los, em encarná-los nos fatos.

Tática e Disciplina do Partido Revolucionário - Mikhail Bakunin Imitemos um pouco a sabedoria dos nossos adversários. Vejam, todos os governos têm na boca a palavra liberdade, enquanto os seus atos são reacionários. Que as autoridades revolucionárias não façam mais frases, mas usando uma linguagem mais moderada, a mais pacífica possível, façam a revolução.

É totalmente o inverso do que as autoridades revolucionárias, em todos os países fizeram até hoje: elas foram a maior parte das vezes excessivamente enérgicas e revolucionárias em sua linguagem e muito moderadas, para não dizer muito reacionárias, nos seus atos. Pode-se mesmo dizer que a energia da linguagem, a maior parte das vezes, serviu-lhes de máscaras para enganar o povo, para lhe esconder a fraqueza e a incoerência de seus atos. Há homens, muitos homens na burguesia supostamente revolucionária, que ao pronunciarem algumas palavras revolucionárias, julgam fazer a revolução, e que, depois de as terem pronunciado, se julgam com o direito de cometer atos de fraqueza. inconseqüências fatais, atos de pura reação. Nós somos revolucionários para valer, fazemos absolutamente o contrário. Falamos pouco de revolução, mas fazemo-la. Deixemos por agora a outros o cuidado de desenvolver teoricamente os princípios da revolução social, e contentemo-nos em aplicá-los, em encarná-los nos fatos.

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