Subterrâneos da Liberdade – Jorge Amado

Subterrâneos da Liberdade – Jorge Amado

A trilogia Os subterrâneos da liberdade é composta pelos romances Os ásperos tempos, Agonia da noite e A luz no túnel; caracteriza-se por uma forte crítica à ditadura de Getúlio Vargas, o Estado Novo (1937-45), do ponto de vista de um integrante do Partido Comunista Brasileiro. “Os Ásperos Tempos” narra a instauração do regime ditatorial do Estado Novo. “Agonia da Noite” tem foco na greve dos estivadores do porto de Santos. “A Luz no Túnel” é centrado na caça aos militantes comunistas pela polícia de Getúlio, que tortura e mata. Jorge Amado era militante desde 1932, mas após as denúncias de Nikita Khruchióv contra Stálin no 20o.Congresso do Partido Comunista da União Soviética, o escritor se desliga do PCB.
Obra de literatura engajada, escrita por um autor que procurou atuar em seu momento histórico, os romances de Os subterrâneos da liberdade pretendem ser também documento e instrumento de luta. Aqui, o autor abandona a paisagem e os personagens baianos, centrais em sua ficção. São Paulo é o espaço principal das ações, palco daqueles que apóiam o regime, assim como de seus opositores e das forças econômicas dominantes.

A trilogia Os subterrâneos da liberdade é composta pelos romances Os ásperos tempos, Agonia da noite e A luz no túnel; caracteriza-se por uma forte crítica à ditadura de Getúlio Vargas, o Estado Novo (1937-45), do ponto de vista de um integrante do Partido Comunista Brasileiro. “Os Ásperos Tempos” narra a instauração do regime ditatorial do Estado Novo. “Agonia da Noite” tem foco na greve dos estivadores do porto de Santos. “A Luz no Túnel” é centrado na caça aos militantes comunistas pela polícia de Getúlio, que tortura e mata. Jorge Amado era militante desde 1932, mas após as denúncias de Nikita Khruchióv contra Stálin no 20o.Congresso do Partido Comunista da União Soviética, o escritor se desliga do PCB.
Obra de literatura engajada, escrita por um autor que procurou atuar em seu momento histórico, os romances de Os subterrâneos da liberdade pretendem ser também documento e instrumento de luta. Aqui, o autor abandona a paisagem e os personagens baianos, centrais em sua ficção. São Paulo é o espaço principal das ações, palco daqueles que apóiam o regime, assim como de seus opositores e das forças econômicas dominantes.

 

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