Sobre ética e psicanálise – Maria Rita Kehl

Sobre ética e psicanálise – Maria Rita Kehl

Sobre ética e psicanálise dá seqüência à coleção inaugurada com uma obra do economista indiano Amartya Sen, Prêmio Nobel de Economia 1998.

Maria Rita Kehl, psicanalista, doutora em psicanálise e escritora, dirige-se não apenas aos leitores interessados em psicanálise, mas também aos que se preocupam com a crise ética que a sociedade ocidental vem atravessando. A psicanálise não é uma proposta ética, mas um saber de dimensões humanistas que pode contribuir para a construção de uma ética mais adequada às condições das sociedades contemporâneas, ao abordar o sujeito moderno em suas dimensões inseparáveis de conflito e liberdade, de solidão e sociabilidade. Essas dimensões fundamentais do humano estão na base da clínica psicanalítica e orientam o percurso que analista e analisando fazem juntos, em direção à cura do sofrimento psíquico.

O percurso analítico não depende apenas de uma técnica. Tem uma ética própria, que no início deve ser sustentada pelo analista e que ao final de uma análise deve alcançar também o analisando. A responsabilidade pelo desejo inconsciente que age em cada um de nós, o respeito pelas diferenças do outro e a capacidade de enfrentar as dificuldades da vida com um certo senso de humor são alguns exemplos de atitudes éticas que a psicanálise pode nos ajudar a conquistar.

Sobre ética e psicanálise dá seqüência à coleção inaugurada com uma obra do economista indiano Amartya Sen, Prêmio Nobel de Economia 1998.

Maria Rita Kehl, psicanalista, doutora em psicanálise e escritora, dirige-se não apenas aos leitores interessados em psicanálise, mas também aos que se preocupam com a crise ética que a sociedade ocidental vem atravessando. A psicanálise não é uma proposta ética, mas um saber de dimensões humanistas que pode contribuir para a construção de uma ética mais adequada às condições das sociedades contemporâneas, ao abordar o sujeito moderno em suas dimensões inseparáveis de conflito e liberdade, de solidão e sociabilidade. Essas dimensões fundamentais do humano estão na base da clínica psicanalítica e orientam o percurso que analista e analisando fazem juntos, em direção à cura do sofrimento psíquico.

O percurso analítico não depende apenas de uma técnica. Tem uma ética própria, que no início deve ser sustentada pelo analista e que ao final de uma análise deve alcançar também o analisando. A responsabilidade pelo desejo inconsciente que age em cada um de nós, o respeito pelas diferenças do outro e a capacidade de enfrentar as dificuldades da vida com um certo senso de humor são alguns exemplos de atitudes éticas que a psicanálise pode nos ajudar a conquistar.

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