Sete anos – Fernanda Torres

Sete anos – Fernanda Torres

A entrada em cena de Fernanda Torres no mundo das letras foi apoteótica. Seu primeiro romance, ‘Fim’, foi lançado em novembro de 2013 e já ultrapassou a marca dos 150 mil exemplares vendidos. Além de se tornar sucesso de vendas, o livro cativou críticos de quadrantes diversos, do ensaísta Roberto Schwarz ao poeta Antonio Cicero, do romancista Sérgio Rodrigues ao documentarista João Moreira Salles.

A obra teve ainda os direitos de publicação comprados por editoras de grande prestígio da França, Itália, Holanda e Portugal. Nada mais natural, portanto, que suas crônicas não demorassem a sair. São textos publicados em revistas e jornais, que versam sobre cinema, teatro, política ou assuntos do cotidiano, mas sempre com suas marcas características: o humor, o tom confessional, a inteligência aguda, o olhar irônico. Desde 2007, Fernanda tem mantido uma assídua relação com a imprensa. Estreou na revista Piauí, com “No Dorso Instável de um Tigre”, um relato bem-humorado sobre o medo do ator ao entrar em cena.

O texto fez sucesso na época e rendeu a Fernanda o convite para manter uma coluna quinzenal na Veja Rio, de onde saem alguns textos presentes na coletânea, como “Dercy” e “A Dança da Morte”. Pouco depois, voltou a escrever para a Piauí. Os perfis de Bráulio Mantovani e Hany Abu-Assad nasceram por encomenda da revista. O divertido texto sobre o filme Kuarup, que narra as agruras vividas durante os dois meses e meio de filmagem no meio da selva, também saiu na revista.

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 Sete anos – Fernanda Torres Fernanda Torres   A entrada em cena de Fernanda Torres no mundo das letras foi apoteótica. Seu primeiro romance, ‘Fim’, foi lançado em novembro de 2013 e já ultrapassou a marca dos 150 mil exemplares vendidos. Além de se tornar sucesso de vendas, o livro cativou críticos de quadrantes diversos, do ensaísta Roberto Schwarz ao poeta Antonio Cicero, do romancista Sérgio Rodrigues ao documentarista João Moreira Salles.

A obra teve ainda os direitos de publicação comprados por editoras de grande prestígio da França, Itália, Holanda e Portugal. Nada mais natural, portanto, que suas crônicas não demorassem a sair. São textos publicados em revistas e jornais, que versam sobre cinema, teatro, política ou assuntos do cotidiano, mas sempre com suas marcas características: o humor, o tom confessional, a inteligência aguda, o olhar irônico. Desde 2007, Fernanda tem mantido uma assídua relação com a imprensa. Estreou na revista Piauí, com “No Dorso Instável de um Tigre”, um relato bem-humorado sobre o medo do ator ao entrar em cena.

O texto fez sucesso na época e rendeu a Fernanda o convite para manter uma coluna quinzenal na Veja Rio, de onde saem alguns textos presentes na coletânea, como “Dercy” e “A Dança da Morte”. Pouco depois, voltou a escrever para a Piauí. Os perfis de Bráulio Mantovani e Hany Abu-Assad nasceram por encomenda da revista. O divertido texto sobre o filme Kuarup, que narra as agruras vividas durante os dois meses e meio de filmagem no meio da selva, também saiu na revista.

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