Sempre um Colegial – John le Carré

Sempre um Colegial – John le Carré

George Smiley é atarracado, usa óculos, sabe que a mulher o engana e está às vésperas de se aposentar. O mais leve esforço deixa-o sem ar. É também, neste mais recente livro de John le Carré, o chefe em exercício do Serviço Secreto Britânico, que Le Carré denomina Circus. Longe de ser glamouroso, o seu cargo é mais uma vingança. Tendo desmascarado o traidor que, durante 30 anos, de dentro das suas próprias fileiras, vendeu os seus mais importantes segredos aos russos, Smiley recebeu a incumbência de substituí-lo para “pôr a casa em odem”. Tudo está contra ele. O Circus não tem fundos nem goza de prestígio no mercado de Whitehall. Ministérios rivais competem secretamente pelo seu controle. O pessoal lotado no exterior está sendo chamado de volta e aposentado. As agências americanas fingem apenas cooperar com os seus colegas ingleses e os barões de Whitehall, ainda ressentidos do escândalo, impõem ferozes restrições, que parecem negar ao Circus toda e qualquer chance de ressurreição.

Apesar disso, desde o seu primeiro dia no cargo, George Smiley se dispõe ao ataque. Seu adversário é Karla, codinome do agente soviético que comandou a ruína do Circus. Seu campo de batalha é Hong-Kong e a arma por ele escolhida é o nobre Jerry Westerby, agente especialista em Oriente, veterano de vários casamentos, jornalista e filho do velho Sambo, ora morto e que, até falir, era dono de todo um império de jornais.

George Smiley é atarracado, usa óculos, sabe que a mulher o engana e está às vésperas de se aposentar. O mais leve esforço deixa-o sem ar. É também, neste mais recente livro de John le Carré, o chefe em exercício do Serviço Secreto Britânico, que Le Carré denomina Circus. Longe de ser glamouroso, o seu cargo é mais uma vingança. Tendo desmascarado o traidor que, durante 30 anos, de dentro das suas próprias fileiras, vendeu os seus mais importantes segredos aos russos, Smiley recebeu a incumbência de substituí-lo para “pôr a casa em odem”. Tudo está contra ele. O Circus não tem fundos nem goza de prestígio no mercado de Whitehall. Ministérios rivais competem secretamente pelo seu controle. O pessoal lotado no exterior está sendo chamado de volta e aposentado. As agências americanas fingem apenas cooperar com os seus colegas ingleses e os barões de Whitehall, ainda ressentidos do escândalo, impõem ferozes restrições, que parecem negar ao Circus toda e qualquer chance de ressurreição.

Apesar disso, desde o seu primeiro dia no cargo, George Smiley se dispõe ao ataque. Seu adversário é Karla, codinome do agente soviético que comandou a ruína do Circus. Seu campo de batalha é Hong-Kong e a arma por ele escolhida é o nobre Jerry Westerby, agente especialista em Oriente, veterano de vários casamentos, jornalista e filho do velho Sambo, ora morto e que, até falir, era dono de todo um império de jornais.

1 comentário em “Sempre um Colegial – John le CarréAdicione o seu →

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *