Seis dicas para ler ebooks com mais conforto

Seis dicas para ler ebooks com mais conforto

O blogueiro David Rothman, do site TeleRead, listou algumas dicas para os leitores de ebooks tirarem o melhor da experiência da leitura. Confira seis sugestões com foco no conforto:

O blogueiro David Rothman, do site TeleRead, listou algumas dicas para os leitores de ebooks tirarem o melhor da experiência da leitura. Confira seis sugestões com foco no conforto:

  1. Escolha o ereader certo, pois eles são como aparelhos auditivos ou óculos de grau: o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Antes de comprar, preste atenção a detalhes como a resolução da tela.
  2. Se o brilho da tela é muito intenso, experimente ler com texto branco e fundo preto.
  3. Outra alternativa é usar fontes de traço mais grosso, além de reduzir o brilho da tela – o que ainda economiza bateria. (Aparelhos Kindle não têm o recurso de passar o texto para negrito. Escrevam para a Amazon: [email protected])
  4. Aprenda a usar os comandos para mudar margens, comprimento de linha, espaçamento entre linhas e outras variáveis. Experimente! Vale a pena.
  5. Procure por ebooks com formato redimensionável, como ePub, para que consiga mudar o tamanho da letra sem que as linhas quebrem no lugar errado. PDF, um dos formatos mais populares, é um desastre mesmo com alguns softwares que atenuam os problemas.
  6. Parece óbvio, mas vá lá: vá ao oftalmologista e certifique-se de que seus óculos ou suas lentes correspondem às necessidades dos seus olhos!

 

Fonte: Ebook News

7 comentários em “Seis dicas para ler ebooks com mais confortoAdicione o seu →

  1. Olá. Realmente, no Kindle, o contraste não existe para leitura no formato MOBI, mas para PDF é disponibilizado. E, realmente, mesmo o Reflow do Lev-Saraiva para leitura de PDF não é satisfatório. Melhor usar o Briss (tira as margens em branco) e o PDF Cut (para cortar ao meios aqueles PDFs de livros com as duas páginas na visualização) e ler na horizontal. E, digo por experiência prórpria, é muito válido ter mais de um ebook reader e um tablet; o que um não oferecer, certo de que no outro a experiência será mais satisfatória.

  2. Minhas dicas (um monte de dicas genéricas, algumas aplicáveis a melhorias na leitura, e outras não):

    Dica 1: Preferir fazer o download de eBooks (caso seja possível escolher) em formato ePub. Caso não seja possível, e o leitor tenha tempo disponível, pode ser interessante baixá-los em html, rtf ou qualquer formato “editável”. Assim ele pode converter seus livros para formatos mais amigáveis ‘remontando-o’, sem perdas estéticas e/ou de conteúdo. PDF, e outros formatos “de impressão” são os menos desejáveis para este fim.

    Dica 2: Utilizar um bom aplicativo de gerenciamento dos livros. O Calibre é sem dúvida a melhor opção. Vale dar uma olhada especificamente em sua aba de plugins, já que a partir dela é possível, por exemplo, que se customize, otimize e automatize uma série de funções (por ex: é possível criar automaticamente as abas “Categorias”, que no caso de tablets como o iPad permitem uma classificação mais lógica do conteúdo, bem como a configuração automática do formato de diversos campos em tempo de envio para o tablet).

    Dica 3: Para quem, como eu, usa tablet ao invés de dispositivos específicos para leitura, uma dica é a escolha do aplicativo. Ele precisa ter um bom esquema de ordenamento dos livros, bem como funções facilmente acessíveis (alteração das fontes, nível de luminosidade, etc). No caso do Android há o excelente Aldiko, e para iOS há o Marvin (muito bom, mas se não me engano suporta somente ePub) e o próprio iBooks. O iBooks é meio “engessado” à primeira vista, mas tem uma visualização bastante fluida e as fontes e a apresentação geral dos livros são muito bonitas, apesar de não ter muitas opções. Tem o incoveniente de ter o gerenciamento do conteúdo meio difícil (Apple, e tal).

    Dica 4: Configurar, caso possível, o aplicativo usado para gerar os livros para o formato correto do tablet/leitor. O Calibre, por exemplo, tem uma série de configurações otimizadas pré-definidas (e acreditem… por experiência própria sei que em alguns casos esta configuração faz uma diferença considerável). Obviamente isto só vale para quem gera os próprios livros ou costuma convertê-los com frequência.

    Dica 5: No caso de tablets, quanto maior a resolução de tela, mais confortável a experiência de leitura. Os fabricantes em geral inventam nomes fantasias sugestivos para um recurso que é tão somente a quantidade de pixels que determinado pedaço de tela (polegada ou cm) pode conter. A Apple chama a solução de “retina”, e os dispositivos Android não tem um nome específico (até onde eu saiba). Mas vale muito a pena comprar dispositivos com esta característica. Fica como dica: Apple iPad (qualquer um com tela retina), Google Nexus 10 (já é meio antigo, e não foi vendido aqui no Brasil, mas a tela é qualquer coisa de fantástica. Melhor inclusive que qualquer dispositivo Apple).

    Dica 6: Para quem, como eu, lê muitos quadrinhos, tablets são dispositivos ideais (pela razão óbvia de suportar cores). Tive um Kindle DX G (cujo tamanho, a meu ver, sempre foi o ideal… e muito melhor que estes pequenos vendidos hoje) e convertia minhas revistas para ele. Na época, ele tinha um recurso de visualizador de imagens meio escondido que possibilitava a leitura. Não sei como funciona nos modelos atuais. Mas no caso dos tablets, vale muito usar o excelente ComicRack (é pago, mas acreditem… vale cada centavo). Uma característica interessantíssima do ComicRack é que ele sincroniza e gerencia a coleção de comics entre o PC e o tablet (acho que o Calibre também faz, mas para comics o ComicRack é mais completo). Os formatos mais desejáveis são CBZ e CBR (que nada mais são que ZIP our RAR renomeados). Quanto à qualidade, por experiência própria dá pra afirmar que qualquer coisa acima de 20MB por arquivo fica excelente para leitura. Claro que parto do pressuposto de que se esteja usando um tablet com boa resolução de tela. Se não for o caso, arquivos menores já vão servir (já que se notaria a pixelização, de qualquer modo).

    Dica 7: Dica específica para quem tem muitos comics e começa a ter dificuldade de organizá-los e catalogá-los. Usar scripts no ComicRack para organizar os comics em combinação com um aplicativo excelente chamado “comictagger” (é um app simples desenvolvido em Python que busca uma base de dados e cria e insere um arquivo de metadados ao arquivo CBZ/CBR).

    Dica 8: Quem não quiser ter muito trabalho para procurar e fazer download (em sites excelentes como este aqui mesmo e outros do mesmo nível, ou mesmo alternativas em Inglês, como o Gutenberg, para livros mais antigos) e preferir já encontrar tudo pronto pode usar as livrarias virtuais. A da Apple e da Amazon tem material com excelente qualidade. O problema aí é a questão dos valores exorbitantes. Isso acho que já foi discutido aqui mesmo neste site (lembro de ter lido uma matéria… só não lembro se foi aqui ou em outro fórum), mas é complicado pagar o mesmo valor em um eBook que se pagaria em um livro de papel…

    1. Brotip, compre um E-Reader, nenhum tablet chega nem perto do conforto de leitura que um E-Reader tem, seja o mais baratinho que for.
      Tablet só é realmente interessante para ver videos, usar internet e ler Comics, além do mais a bateria de um E-Reader dura mais de 1 mês.

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