Romance D’A Pedra do Reino – Ariano Suassuna

Romance D’A Pedra do Reino – Ariano Suassuna

A pedra do reino’ é apresentado como um romance autobiográfico narrado por Dom Pedro Dinis Ferreira-Quadrena, o auto-proclamado ‘Rei do Quinto Império e do Quinto Naipe, Profeta da Igreja Católico-Serteneja e pretendente ao trono do Império do Brasil’. Quaderna, obcecado em criar uma versão essencialmente nordestina para o livro ‘Compêndio narrativo do peregrino da América Latina’, de Nuno Marques Pereira, se descreve como descendente dos verdadeiros reis brasileiros – que nenhuma relação têm com aqueles ‘imperadores estrangeirados e falsificados da Casa de Bragança’. Seus antepassados são, na verdade, os legítimos reis castanhos e ‘cabras’ da Pedra do Reino do Sertão, que fundaram a sagrada Coroa do Brasil. As desventuras de Quaderna e a trágica história de sua família na cidade de São José do Belmonte, no interior de Pernambuco, funcionam como o ponto de partida para Suassuna promover suas misturas perfeitas – o rico com o pobre, a arte com o cotidiano, a ingenuidade com a malícia, a realidade com a fantasia, a odisséia com a sátira, a Europa com o sertão.

Romance D’A Pedra do Reino – Ariano SuassunaA pedra do reino’ é apresentado como um romance autobiográfico narrado por Dom Pedro Dinis Ferreira-Quadrena, o auto-proclamado ‘Rei do Quinto Império e do Quinto Naipe, Profeta da Igreja Católico-Serteneja e pretendente ao trono do Império do Brasil’. Quaderna, obcecado em criar uma versão essencialmente nordestina para o livro ‘Compêndio narrativo do peregrino da América Latina’, de Nuno Marques Pereira, se descreve como descendente dos verdadeiros reis brasileiros – que nenhuma relação têm com aqueles ‘imperadores estrangeirados e falsificados da Casa de Bragança’. Seus antepassados são, na verdade, os legítimos reis castanhos e ‘cabras’ da Pedra do Reino do Sertão, que fundaram a sagrada Coroa do Brasil. As desventuras de Quaderna e a trágica história de sua família na cidade de São José do Belmonte, no interior de Pernambuco, funcionam como o ponto de partida para Suassuna promover suas misturas perfeitas – o rico com o pobre, a arte com o cotidiano, a ingenuidade com a malícia, a realidade com a fantasia, a odisséia com a sátira, a Europa com o sertão.