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Quando o nosso mundo se tornou cristão – Paul Veyne

Este é o livro de um descrente que procura compreender como o Cristianismo, obra-prima da criação religiosa, se impôs a todo o Ocidente À sua maneira inimitável, erudita e, por vezes, impertinente, Paul Veyne inventaria, para isso, três razões- – Um imperador romano, Constantino, converte-se sinceramente ao Cristianismo; – Constantino converteu-se porque precisava de uma grande religião; – Constantino foi o grande impulsionador da criação da Igreja Cristã, através da rede de bispados espalhada pelo imenso Império Romano De passagem, Paul Veyne evoca outras questões- de onde vem o monoteísmo? Tem fundamento falar de ideologia? A religião tem raízes psicológicas? E temos nós origens cristãs?

Este é o livro de um descrente que procura compreender como o Cristianismo, obra-prima da criação religiosa, se impôs a todo o Ocidente À sua maneira inimitável, erudita e, por vezes, impertinente, Paul Veyne inventaria, para isso, três razões- – Um imperador romano, Constantino, converte-se sinceramente ao Cristianismo; – Constantino converteu-se porque precisava de uma grande religião; – Constantino foi o grande impulsionador da criação da Igreja Cristã, através da rede de bispados espalhada pelo imenso Império Romano De passagem, Paul Veyne evoca outras questões- de onde vem o monoteísmo? Tem fundamento falar de ideologia? A religião tem raízes psicológicas? E temos nós origens cristãs?

 

 

 

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