Procedimento operacional padrão – Philip Gourevitch, Errol Morris

Procedimento operacional padrão – Philip Gourevitch, Errol Morris

As fotografias das torturas e humilhações impostas a prisioneiros iraquianos por soldados dos Estados Unidos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, estão entre as mais famosas cenas de guerra da história, comparáveis às dos campos de concentração nazistas.

Elas vieram a público pela primeira vez na última semana de abril de 2004, na revista The New Yorker e no programa de tevê 60 Minutes da rede CBS. Imediatamente, foram reproduzidas por meios de comunicação em todo o mundo e se tornaram tema de debate na opinião pública por vários meses.

A gênese do comportamento degradante registrado naquelas imagens é relatada neste livro por meio da história das vidas de seus principais personagens.

Sabrina Harman, Lynndie England, Megan Ambuhl, Charles Graner, Javal Davis eram jovens americanos, aparentemente normais. Responsáveis por milhares de prisioneiros num país que desconheciam por completo, sem nenhum tipo de orientação, controle ou restrições, deram vazão a um sadismo a tal ponto irresponsável que não viram problema em documentar as atrocidades que cometiam nem de aparecer como personagens das cenas de horror, invariavelmente com expressões de alegria, como se tudo não passasse da encenação de um espetáculo.

As imagens de Abu Ghraib são a síntese da Guerra do Iraque. Este livro explica como foi possível chegar a elas. Mais do que a prova de crimes cometidos e da degeneração humana que os permitiu, elas revelam como toda essa operação militar foi marcada por negligência, incapacidade, ignorância, descaso com princípios básicos de procedimento.

De cima a baixo na cadeia de comando – da Casa Branca aos soldados rasos – Gourevitch revela as características da intervenção americana no Iraque, tão bem representadas pelo circo selvagem de Abu Ghraib.

As fotografias das torturas e humilhações impostas a prisioneiros iraquianos por soldados dos Estados Unidos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, estão entre as mais famosas cenas de guerra da história, comparáveis às dos campos de concentração nazistas.

Elas vieram a público pela primeira vez na última semana de abril de 2004, na revista The New Yorker e no programa de tevê 60 Minutes da rede CBS. Imediatamente, foram reproduzidas por meios de comunicação em todo o mundo e se tornaram tema de debate na opinião pública por vários meses.

A gênese do comportamento degradante registrado naquelas imagens é relatada neste livro por meio da história das vidas de seus principais personagens.

Sabrina Harman, Lynndie England, Megan Ambuhl, Charles Graner, Javal Davis eram jovens americanos, aparentemente normais. Responsáveis por milhares de prisioneiros num país que desconheciam por completo, sem nenhum tipo de orientação, controle ou restrições, deram vazão a um sadismo a tal ponto irresponsável que não viram problema em documentar as atrocidades que cometiam nem de aparecer como personagens das cenas de horror, invariavelmente com expressões de alegria, como se tudo não passasse da encenação de um espetáculo.

As imagens de Abu Ghraib são a síntese da Guerra do Iraque. Este livro explica como foi possível chegar a elas. Mais do que a prova de crimes cometidos e da degeneração humana que os permitiu, elas revelam como toda essa operação militar foi marcada por negligência, incapacidade, ignorância, descaso com princípios básicos de procedimento.

De cima a baixo na cadeia de comando – da Casa Branca aos soldados rasos – Gourevitch revela as características da intervenção americana no Iraque, tão bem representadas pelo circo selvagem de Abu Ghraib.

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