Privatize Já – Pare de Acreditar em Intrigas Eleitorais e Entenda Como a Privatização Fará o Brasil um País Melhor – Rodrigo Constantino

Privatize Já – Pare de Acreditar em Intrigas Eleitorais e Entenda Como a Privatização Fará o Brasil um País Melhor – Rodrigo Constantino

Em Privatize Já, o economista Rodrigo Constantino procura desmistificar o termo “privatização”, expondo as vantagens de um processo como este quando é bem feito. Para o autor, está provado que o modelo de empresas estatais no Brasil não funciona. Hoje, são as menos lucrativas e as que mais empregam. Ainda assim, boa parte da população treme ao ouvir o palavrão “”privatizado””. Mas se o serviço público não funciona, por que a privatização se tornou essa heresia? De acordo com Constantino, por pura falta de informação. O economista destaca o caso das empresas brasileiras de telefonia, que há alguns anos eram as detentoras das linhas e licenças. Quando um cidadão queria uma linha telefônica devia preencher um pedido, enfrentar uma fila, passar por um sorteio e, mesmo assim, só podia adquirir um número depois de meses, ou anos. Hoje, após as privatizações, o consumidor pode ter quantas linhas quiser, brigar por taxas mais baixas e optar pelas opções pré-pagas. A quantidade e a qualidade dos serviços aumentaram exponencialmente. Tomando por base a lei do livre comércio, Constantino afirma que a concorrência entre empresas privadas costuma ser garantia de bons serviços, e um passo extremamente importante na direção de mais progresso, prosperidade e liberdade.

cover (616 x 925)Em Privatize Já, o economista Rodrigo Constantino procura desmistificar o termo “privatização”, expondo as vantagens de um processo como este quando é bem feito. Para o autor, está provado que o modelo de empresas estatais no Brasil não funciona. Hoje, são as menos lucrativas e as que mais empregam. Ainda assim, boa parte da população treme ao ouvir o palavrão “”privatizado””. Mas se o serviço público não funciona, por que a privatização se tornou essa heresia? De acordo com Constantino, por pura falta de informação. O economista destaca o caso das empresas brasileiras de telefonia, que há alguns anos eram as detentoras das linhas e licenças. Quando um cidadão queria uma linha telefônica devia preencher um pedido, enfrentar uma fila, passar por um sorteio e, mesmo assim, só podia adquirir um número depois de meses, ou anos. Hoje, após as privatizações, o consumidor pode ter quantas linhas quiser, brigar por taxas mais baixas e optar pelas opções pré-pagas. A quantidade e a qualidade dos serviços aumentaram exponencialmente. Tomando por base a lei do livre comércio, Constantino afirma que a concorrência entre empresas privadas costuma ser garantia de bons serviços, e um passo extremamente importante na direção de mais progresso, prosperidade e liberdade.

 

 

1 comentário em “Privatize Já – Pare de Acreditar em Intrigas Eleitorais e Entenda Como a Privatização Fará o Brasil um País Melhor – Rodrigo ConstantinoAdicione o seu →

  1. Me prova que lucro em cima da saúde das pessoas é um negócio justo e que se torna melhor para todos. Nunca o lucro é a resposta para o direito de vida. Educação? Saúde? Transporte? Concordo q a maquina pública está inchada, mas passar para a mão do capitalismo não é solução, ou talvez seja, mas só para a minoria.

    1. Mas o cara fala para vender hospitais? Educação está mais do que comprovado que o melhor modelo é o de bolsas (vide Estados Unidos que tem 10 das 10 melhores universidades do mundo), o governo paga, mas não mantém a estrutura que geralmente é defasada e pretexto para corrupção e cabide de empregos. A VALE é outro exemplo, só cresceu 10X na mão do Agnelo após a privatização, levando em boa parte o país a um relevo no setor de mineração, ficando pau a pau com a maior do mundo. Entenda, que tudo que houver intermediário e interesse político é um terreno fértil para corrupção. Não, não defendo privatizar tudo, mas o estado deve ser mínimo, atuar somente nas áreas de interesse estratégico, segurança e saúde, com supervisão das outras áreas como educação, e afastamento das que não lhe diz respeito. O estado brasileiro parece Luis XVI (ou foi XV) que afirmava que o estado era ele. O estado realmente é ele, e tudo mais, interfere demais na vida dos cidadãos. Mania que temos de acreditar em modelos falidos, observem os países com maior qualidade de vida e vejam se o estado interfere como aqui.

  2. Perda total de tempo ler esse livro. Adoro o site e concordo com a abordagem plural do mesmo. Mas o liberalismo é um retrocesso da humnidade. Fábrica de miséria!

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