Post Mortem – Patricia Cornwell

Post Mortem – Patricia Cornwell

Primeiro livro da escritora norte-americana Patricia Cornwell, publicado pela primeira vez em 1990 e protagonizado pela médica-legista Kay Scarpetta. O livro recebeu os prêmios Edgar, Creasey, Anthony, Macavity e o Prix du Roman d’aventure.

O livro começa com o assassinato da médica Lori Petersen, ela é a quarta vítima de um misterioso maníaco que mata e estupra mulheres sempre nas noites de sexta-feira, entrando pela janela, e amordaçando as mulheres que morriam por asfixia. Para a polícia e principalmente para o policial Pete Marino, os crimes são cometidos por um louco que sente prazer em matar, mas a médica legista Kay Scarpetta, chefe do Departamento de Medicina de Richmond, na Virgínia, e uma das cidades mais violentas dos EUA, o assassino é uma pessoa perfeitamente normal que ela chama de Sr. Ninguém. O pouco que se sabe sobre o maníaco é que é um não-secretor, ou seja, seu DNA não pode ser descoberta pela saliva e nem mesmo pelo sêmen, o que significa que o assassino pode ser qualquer um dos 22 mil não secretores do sexo masculino em Richmond, e que o assassino possui um estranho odor corporal.

3 das 4 vítimas eram brancas, sendo que a única negra, Cecile Tyler, que era recepcionista, supõe-se morta por engano. Através do exame dos corpos, Scarpetta descobre algumas poucas ligações entre os assassinatos, como por exemplo, as manchas brilhantes que o assassino deixava em tudo o que tocava. Não bastando o mistério das mortes, Kay terá de enfrentar outros problemas, como a sua adversidade por Abby Turnbull, consagrada repórter sensacionalista cuja irmã se tornou a quinta vítima, uma infiltração no computador de seu escritório, e manter sua sobrinha, Lucy longe do universo de violência que domina Richmond.

Primeiro livro da escritora norte-americana Patricia Cornwell, publicado pela primeira vez em 1990 e protagonizado pela médica-legista Kay Scarpetta. O livro recebeu os prêmios Edgar, Creasey, Anthony, Macavity e o Prix du Roman d’aventure.

O livro começa com o assassinato da médica Lori Petersen, ela é a quarta vítima de um misterioso maníaco que mata e estupra mulheres sempre nas noites de sexta-feira, entrando pela janela, e amordaçando as mulheres que morriam por asfixia. Para a polícia e principalmente para o policial Pete Marino, os crimes são cometidos por um louco que sente prazer em matar, mas a médica legista Kay Scarpetta, chefe do Departamento de Medicina de Richmond, na Virgínia, e uma das cidades mais violentas dos EUA, o assassino é uma pessoa perfeitamente normal que ela chama de Sr. Ninguém. O pouco que se sabe sobre o maníaco é que é um não-secretor, ou seja, seu DNA não pode ser descoberta pela saliva e nem mesmo pelo sêmen, o que significa que o assassino pode ser qualquer um dos 22 mil não secretores do sexo masculino em Richmond, e que o assassino possui um estranho odor corporal.

3 das 4 vítimas eram brancas, sendo que a única negra, Cecile Tyler, que era recepcionista, supõe-se morta por engano. Através do exame dos corpos, Scarpetta descobre algumas poucas ligações entre os assassinatos, como por exemplo, as manchas brilhantes que o assassino deixava em tudo o que tocava. Não bastando o mistério das mortes, Kay terá de enfrentar outros problemas, como a sua adversidade por Abby Turnbull, consagrada repórter sensacionalista cuja irmã se tornou a quinta vítima, uma infiltração no computador de seu escritório, e manter sua sobrinha, Lucy longe do universo de violência que domina Richmond.

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