Por Amor a Audrey Rose – Frank De Felitta

Por Amor a Audrey Rose – Frank De Felitta

Quem leu As Duas Vidas de Audrey Rose recorda-se do estranho caso de uma menina que seria a reencarnação de outra, morta queimada num acidente de automóvel. Ivy Templeton nascera no dia da morte de Audrey Rose. Um estranho, Elliot Hoover, afirma que ela é a nova encarnação de sua filha. A ideia parece absurda aos pais da menina, porém aos poucos deixam-se tocar e a própria Ivy cede aos argumentos de Elliot, que deseja que ela se submeta a uma sessão de regressão psíquica. Ocorre, no entanto, que nessa sessão Ivy passa a se comportar como Audrey Rose, reproduzindo o horror e a angústia de seus últimos instantes – e também morre, com todos os sinais de queimaduras da outra.

Por Amor a Audrey Rose retoma a narrativa, mostrando a reação dos pais diante daquela tragédia. Quem mais sofre é o pai, Bill Templeton, que termina tendo um colapso nervoso, o qual evolui rapidamente para a insanidade mental. Tendo ido buscar alívio e compreensão das coisas da vida no jainismo e depois no lamaísmo, julga por fim entrever a “realidade”: Ivy deve voltar para cumprir uma nova vida. Sua ideia fixa é encontrar uma menina que tenha nascido justamente na hora da morte de Ivy – seria a encarnação dela. Mas a busca obsessiva de Bill não só falha em seus objetivos como também contribui para piorar seu estado mental: depois de se ver privado da pequena Juanita, é internado num sanatório para loucos.

Por sua vez, Janice Templeton procura igualmente a mesma “realidade”, e para tal parte em busca de Hoover, que fora viver entre monges na Índia. Consegue por fim descobri-lo, convence-o a voltar para ajudá-la na cura do marido. Daí em diante o romance se desenrola num crescendo de emoção e suspense até o clímax final.

O sucesso de As Duas Vidas de Audrey Rose (já filmado) pode repetir-se com este romance. O tema, a reencarnação, vista como coisa corriqueira, pode abalar a crença e despertar vagas esperanças de uma vida melhor após a morte – pois não é outra a lição a tirar destas páginas. Agora, se existe mesmo uma vida depois desta, a sua probabilidade poderá estar na razão direta da capacidade de acreditar de cada um.

 Por Amor a Audrey Rose – Frank De Felitta Frank de Felitta Audrey Rose

Quem leu As Duas Vidas de Audrey Rose recorda-se do estranho caso de uma menina que seria a reencarnação de outra, morta queimada num acidente de automóvel. Ivy Templeton nascera no dia da morte de Audrey Rose. Um estranho, Elliot Hoover, afirma que ela é a nova encarnação de sua filha. A ideia parece absurda aos pais da menina, porém aos poucos deixam-se tocar e a própria Ivy cede aos argumentos de Elliot, que deseja que ela se submeta a uma sessão de regressão psíquica. Ocorre, no entanto, que nessa sessão Ivy passa a se comportar como Audrey Rose, reproduzindo o horror e a angústia de seus últimos instantes – e também morre, com todos os sinais de queimaduras da outra.

Por Amor a Audrey Rose retoma a narrativa, mostrando a reação dos pais diante daquela tragédia. Quem mais sofre é o pai, Bill Templeton, que termina tendo um colapso nervoso, o qual evolui rapidamente para a insanidade mental. Tendo ido buscar alívio e compreensão das coisas da vida no jainismo e depois no lamaísmo, julga por fim entrever a “realidade”: Ivy deve voltar para cumprir uma nova vida. Sua ideia fixa é encontrar uma menina que tenha nascido justamente na hora da morte de Ivy – seria a encarnação dela. Mas a busca obsessiva de Bill não só falha em seus objetivos como também contribui para piorar seu estado mental: depois de se ver privado da pequena Juanita, é internado num sanatório para loucos.

Por sua vez, Janice Templeton procura igualmente a mesma “realidade”, e para tal parte em busca de Hoover, que fora viver entre monges na Índia. Consegue por fim descobri-lo, convence-o a voltar para ajudá-la na cura do marido. Daí em diante o romance se desenrola num crescendo de emoção e suspense até o clímax final.

O sucesso de As Duas Vidas de Audrey Rose (já filmado) pode repetir-se com este romance. O tema, a reencarnação, vista como coisa corriqueira, pode abalar a crença e despertar vagas esperanças de uma vida melhor após a morte – pois não é outra a lição a tirar destas páginas. Agora, se existe mesmo uma vida depois desta, a sua probabilidade poderá estar na razão direta da capacidade de acreditar de cada um.

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