Peregrina e Estrangeira – Marguerite Yourcenar

Peregrina e Estrangeira – Marguerite Yourcenar

Para uma obra póstuma de Marguerite Yourcenar, foram reunidos importantes ensaios e fragmentos inéditos da grande dama da literatura francesa. Marcardos por sua sólida cultura, pelo preciosismo do estilo e por uma sagacidade que lhe permite resgatar sutilezas nunca percebidas na obra de muitos escritores, pintores, compositores, e outros artistas famosos, os ensaios focalizam desde a Grécia mitológica até personalidades como Virgínia Woolf, Jorge Luís Borges, Oscar Wilde, Mozart, Rembrandt Poussin, Goethe e Henry James.
Também do maior interesse são os fragmentos de seu caderno de notas escritos entre 1942 e 1948, que mostram suas reflexões sobre o pós-guerra, uma época de destruição e reconstrução histórica. Entre os fragmentos, um que resume seu percurso pela vida e sua curiosidade intelectual: “Aconteça o que acontecer, eu aprendo. Ganho a cada passo.”
São ensaios escritos entre os anos 30 e os últimos dias de 1987. Marcados por uma curiosidade intelectual sempre rara e por vezes paradoxal, os ensaios são viagens no tempo e no espaço. A própria autora, grande conhecedora das culturas clássicas, explica: “Como todas as imaginações nutridas e modeladas pela história, ocorreu-me frequentemente tentar me situar em outros séculos, franquear mais ou menos a barreira do tempo. O estudo das literaturas antigas, as filosofias e a arqueologia são os passaportes dessas viagens”.
Marguerite Yourcenar aborda desde a Grécia mitológica até obras recentes, como Virgínia Woolf, Jorge Luis Borges, Enrique Larreta, Oscar Wilde, Mozart, Rembrandt, Poussin, Anne Lindbergh, Goethe e Henry James. Discorre sobre a inocência na obra desse último, resgata o “olhar interior” dos livros de Borges e outras sutilezas que acrescentam uma nova dimensão às obras dos artistas retratados.

Peregrina-e-Estrangeira-Marguerite-YourcenarPara uma obra póstuma de Marguerite Yourcenar, foram reunidos importantes ensaios e fragmentos inéditos da grande dama da literatura francesa. Marcardos por sua sólida cultura, pelo preciosismo do estilo e por uma sagacidade que lhe permite resgatar sutilezas nunca percebidas na obra de muitos escritores, pintores, compositores, e outros artistas famosos, os ensaios focalizam desde a Grécia mitológica até personalidades como Virgínia Woolf, Jorge Luís Borges, Oscar Wilde, Mozart, Rembrandt Poussin, Goethe e Henry James.
Também do maior interesse são os fragmentos de seu caderno de notas escritos entre 1942 e 1948, que mostram suas reflexões sobre o pós-guerra, uma época de destruição e reconstrução histórica. Entre os fragmentos, um que resume seu percurso pela vida e sua curiosidade intelectual: “Aconteça o que acontecer, eu aprendo. Ganho a cada passo.”
São ensaios escritos entre os anos 30 e os últimos dias de 1987. Marcados por uma curiosidade intelectual sempre rara e por vezes paradoxal, os ensaios são viagens no tempo e no espaço. A própria autora, grande conhecedora das culturas clássicas, explica: “Como todas as imaginações nutridas e modeladas pela história, ocorreu-me frequentemente tentar me situar em outros séculos, franquear mais ou menos a barreira do tempo. O estudo das literaturas antigas, as filosofias e a arqueologia são os passaportes dessas viagens”.
Marguerite Yourcenar aborda desde a Grécia mitológica até obras recentes, como Virgínia Woolf, Jorge Luis Borges, Enrique Larreta, Oscar Wilde, Mozart, Rembrandt, Poussin, Anne Lindbergh, Goethe e Henry James. Discorre sobre a inocência na obra desse último, resgata o “olhar interior” dos livros de Borges e outras sutilezas que acrescentam uma nova dimensão às obras dos artistas retratados.

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