Passagens – Gustavo Richter

Passagens – Gustavo Richter

As histórias se desenvolvem a partir de um ponto de vista realista, onde o fantástico surge aleatoriamente, como que em sonhos, dando, em certos momentos, uma dimensão surrealista às narrativas. Todos os textos ambicionam tratar alguns aspectos do comportamento humano, quase sempre daqueles que não são admitidos por uma passagem consciente, o que confere aos contos uma contextura um tanto sombria. No entanto, isto se faz através de uma narrativa contrastante, aguçada por uma mão leve e, por que não suave. Assim, o leitor poderá se deixar levar pela imaginação do autor, e entrar em um mundo de fantasias, que o gênero fantástico propicia, num caudal imaginativo sem limites. Contudo, um segundo texto se insinua, ao trazer este “nível de realidade fantástico” para dentro de uma realidade concreta, brutal e possível, e o choque entre estas duas dimensões poderá abismar ao leitor desavisado. Seria como se estivéssemos diante de uma bifurcação de uma estrada que parecia ser única e que, de repente, se divide. Não podemos seguir pelas duas ao mesmo tempo: então, deveremos seguir somente por uma delas ou, se possível voar, para obtermos uma amplitude da perspectiva surrealista proposta.

As histórias se desenvolvem a partir de um ponto de vista realista, onde o fantástico surge aleatoriamente, como que em sonhos, dando, em certos momentos, uma dimensão surrealista às narrativas. Todos os textos ambicionam tratar alguns aspectos do comportamento humano, quase sempre daqueles que não são admitidos por uma passagem consciente, o que confere aos contos uma contextura um tanto sombria. No entanto, isto se faz através de uma narrativa contrastante, aguçada por uma mão leve e, por que não suave. Assim, o leitor poderá se deixar levar pela imaginação do autor, e entrar em um mundo de fantasias, que o gênero fantástico propicia, num caudal imaginativo sem limites. Contudo, um segundo texto se insinua, ao trazer este “nível de realidade fantástico” para dentro de uma realidade concreta, brutal e possível, e o choque entre estas duas dimensões poderá abismar ao leitor desavisado. Seria como se estivéssemos diante de uma bifurcação de uma estrada que parecia ser única e que, de repente, se divide. Não podemos seguir pelas duas ao mesmo tempo: então, deveremos seguir somente por uma delas ou, se possível voar, para obtermos uma amplitude da perspectiva surrealista proposta.

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