Os Tambores da Chuva (O Castelo) – Ismail Kadaré

Os Tambores da Chuva (O Castelo) – Ismail Kadaré

Na segunda metade do século XV, o exército otomano, o mais poderoso do mundo, está prestes a atacar um castelo cristão de um pequeno país dos Bálcãs, a Albânia, ponto de interseção entre Ocidente e Oriente. Trata-se da principal cidadela do herói nacional albanês, o legendário George Kastriota-Skanderbeu.
Ferozes soldados otomanos galgam escadas colocadas junto às muralhas da fortaleza. Ao redor, o sangue, o fogo, a morte. O paxá Tursum, que comanda as forças de ataque, precisa conquistar a fortaleza se não quiser cair em desgraça junto ao sultão.
De dentro do castelo assediado, uma voz anônima narra as privações impostas pelo cerco, entre elas a sede e a fome. A chuva, cuja estação se aproxima, poderá ser a salvação dos castelões e a danação dos atacantes.
As rotinas opressivas de um império totalitário são aqui descritas por alguém que viu seu país ser invadido sucessivamente pela Itália fascista, pela Alemanha nazista e pela União Soviética. Sob a rígida censura stalinista da década de 60 – quando Kadaré escreveu o livro -, o foco sobre os séculos em que a Albânia esteve sob o jugo otomano assumiu forte carga libertária.
Ismail Kadaré faz uma epopéia moderna, comparável à própria Ilíada de Homero, igualmente centrada no assédio a uma cidadela – Tróia.

 Os Tambores da Chuva (O Castelo) – Ismail KadaréNa segunda metade do século XV, o exército otomano, o mais poderoso do mundo, está prestes a atacar um castelo cristão de um pequeno país dos Bálcãs, a Albânia, ponto de interseção entre Ocidente e Oriente. Trata-se da principal cidadela do herói nacional albanês, o legendário George Kastriota-Skanderbeu.
Ferozes soldados otomanos galgam escadas colocadas junto às muralhas da fortaleza. Ao redor, o sangue, o fogo, a morte. O paxá Tursum, que comanda as forças de ataque, precisa conquistar a fortaleza se não quiser cair em desgraça junto ao sultão.
De dentro do castelo assediado, uma voz anônima narra as privações impostas pelo cerco, entre elas a sede e a fome. A chuva, cuja estação se aproxima, poderá ser a salvação dos castelões e a danação dos atacantes.
As rotinas opressivas de um império totalitário são aqui descritas por alguém que viu seu país ser invadido sucessivamente pela Itália fascista, pela Alemanha nazista e pela União Soviética. Sob a rígida censura stalinista da década de 60 – quando Kadaré escreveu o livro -, o foco sobre os séculos em que a Albânia esteve sob o jugo otomano assumiu forte carga libertária.
Ismail Kadaré faz uma epopéia moderna, comparável à própria Ilíada de Homero, igualmente centrada no assédio a uma cidadela – Tróia.