Os Limites da Interpretação – Umberto Eco

Compartilhe:

Conhecido por haver revolucionado a semiologia com Obra Aberta, em que propunha a primazia da interpretação, Umberto Eco, nestes ensaios escritos entre 1985 e 1990, agora defende os diretos do texto: “dizer que um texto é potencialmente sem fim não significa que todo ato de interpretação possa ter um final feliz”. Mais do que uma reviravolta no conjunto de obras que a Editora Perspectiva vem publicando sistematicamente, a aceitação de um novo desafio: descobrir quais os limites da interpretação.

Quer baixar rapidamente e sem propaganda? Torna-se nosso patrono clicando aqui

(Visited 863 times, 3 visits today)
Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *