O Ultimo Verão de Klingsor – Hermann Hesse

O Ultimo Verão de Klingsor – Hermann Hesse

O Último Verão De Klingsor é uma reunião de três pequenas obras-primas escritas na mesma época em que Hermann Hesse produziu duas de suas mais celebradas criações – Demian e Sidarta.

O primeiro dos contos, Alma de criança, explora a gênese do sentimento de culpa e da angústia, através do relato das emoções de um garoto em relação ao pai. “Todos esses sentimentos de manifestavam no coração da criança da mesma forma que permaneceram: dúvida do meu valor pessoal, indecisão entre a auto-estima e o desânimo”. Como um Kafka às avessas, o autor constrói uma narrativa extremamente delicada, analisando o confronto entre o estranhamento, a mentira e a autoridade.

Com o segundo episódio, Klein e Wagner, o que parece uma incursão de Hesse no gênero policial, mostra-se um mergulho ainda mais profundo nos temas já sugeridos a primeira narrativa, com uma história complexa de crime, castigo e redenção. “Sempre houve dois Friedrich Klein, um visível, outro secreto, um funcionário público e um criminoso, uma pai de família e um assassino”. Aqui o autor analisa a angústia, a culpa e o estranhamento conjugando a saga de um fugitivo com passagens de clássicos da filosofia de Schopenhauer e das obras de Goethe.

Hesse oferece-nos uma alegoria repleta de discussões sobre o amor, a representação do mundo, a arte, a posteridade e a magia em O Último Verão De Klingsor. O autor narra os últimos meses de vida de um pintor expressionista, considerado por muitos como um retrato literário da natureza do escritor. É um ponto de partida para um relato que une a sabedoria de poetas chineses com a angústia de um artista diante das vicissitudes de sua vida e do legado de sua obra.

 O Ultimo Verão de Klingsor - Hermann Hesse Hermann Hesse

O Último Verão De Klingsor é uma reunião de três pequenas obras-primas escritas na mesma época em que Hermann Hesse produziu duas de suas mais celebradas criações – Demian e Sidarta.

O primeiro dos contos, Alma de criança, explora a gênese do sentimento de culpa e da angústia, através do relato das emoções de um garoto em relação ao pai. “Todos esses sentimentos de manifestavam no coração da criança da mesma forma que permaneceram: dúvida do meu valor pessoal, indecisão entre a auto-estima e o desânimo”. Como um Kafka às avessas, o autor constrói uma narrativa extremamente delicada, analisando o confronto entre o estranhamento, a mentira e a autoridade.

Com o segundo episódio, Klein e Wagner, o que parece uma incursão de Hesse no gênero policial, mostra-se um mergulho ainda mais profundo nos temas já sugeridos a primeira narrativa, com uma história complexa de crime, castigo e redenção. “Sempre houve dois Friedrich Klein, um visível, outro secreto, um funcionário público e um criminoso, uma pai de família e um assassino”. Aqui o autor analisa a angústia, a culpa e o estranhamento conjugando a saga de um fugitivo com passagens de clássicos da filosofia de Schopenhauer e das obras de Goethe.

Hesse oferece-nos uma alegoria repleta de discussões sobre o amor, a representação do mundo, a arte, a posteridade e a magia em O Último Verão De Klingsor. O autor narra os últimos meses de vida de um pintor expressionista, considerado por muitos como um retrato literário da natureza do escritor. É um ponto de partida para um relato que une a sabedoria de poetas chineses com a angústia de um artista diante das vicissitudes de sua vida e do legado de sua obra.

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