O Trílio Celeste – Julian May

O Trílio Celeste – Julian May

A incrível saga das trigêmeas da Cidadela de Ruwenda está de volta. A história, que se passa no fantástico Mundo das Três Luas, teve início no livro O trílio negro, escrito a seis mãos por Marion Zimmer Bradley, Andre Norton e Julian May, três dos maiores expoentes da ficção científica e da fantasia. Desde então, foram lançados outros três episódios da saga, sendo que cada título levou a assinatura individual de um dos autores originais da trama. A história continua agora em O trílio celeste, de Julian May.
As trigêmeas são Kadiya, a Dama dos Olhos; Haramis, a Arquimaga da Terra; e Anigel, a rainha de Ruwenda. Só elas têm como trazer de volta o equilíbrio do Mundo das Três Luas, que está ameaçado por todo tipo de fenômeno natural destruidor, como erupções vulcânicas e terremotos. Cada uma delas recebeu no passado um poderoso talismã. Juntos, os três amuletos compõem o lendário Cetro Tríplice do Poder, a única força capaz de restabelecer a harmonia do planeta e defendê-lo do mal. Mas há um problema. Ou melhor, dois: o talismã de Anigel foi destruído numa batalha climática, e o de Kadiya perdeu seu poder. Pelo menos é isso que elas pensam. Além disso, ninguém sabe onde foi parar a caixa-estrela, o recipiente mágico sem o qual não é possível unir os três amuletos.
E isso nem é o pior. As trigêmeas ainda não sabem, mas seu maior adversário, o feiticeiro Orogastus, não está morto como elas imaginavam. Ele estava apenas exilado na Lua do Homem Negro, de onde conseguiu fugir com a ajuda de Nerenyi Daral, a temida mulher morta fundadora da Guilda da Estrela. Ela lhe deu três presentes valiosos: o poder da Estrela; o acesso a um viaduto mágico invisível, capaz de levá-lo instantaneamente ao Mundo das Três Luas; e um frasco de veneno, que ele usa para se livrar de Denby Varcour, seu carrasco, e conseguir fugir. Em troca, a mulher morta lhe dá uma missão: recriar a Guilda da Estrela e retomar o Cetro do Poder, de modo a recuperar o equilíbrio do mundo, dominando o Gelo Conquistador e fazendo o Trílio Celeste brilhar novamente. Seu objetivo parece ser o mesmo das gêmeas, mas há uma intenção diferente em cada lado desse embate.
Um personagem que ganha grande importância neste novo episódio é o príncipe Tolivar, também chamado de Coração Misterioso. Filho de Anigel, ele tem apenas 12 anos, mas não deve ser subestimado. O garoto recuperou a tiara do Monstro de Três Cabeças, o talismã mágico perdido de sua mãe. E a caixa-estrela também está em seu poder. Mas não é sua intenção alardear suas valiosas descobertas. O que ele não sabe é que esses objetos têm um poder imenso e podem ser perigosíssimos para quem não sabe manejá-los corretamente.
Está tudo pronto para o início de uma grande batalha. E as armas deste mundo fantástico são as mais cruéis – uma delas faz o sangue da vítima ferver; uma outra provoca convulsões fatais; e ainda há as que produzem raios letais. Quem for corajoso que compre a briga. Mas primeiro é preciso ter sabedoria para diferenciar o bem do mal, pois no Mundo das Três Luas a fronteira entre os dois lados pode ser muito sutil.

O Trílio Celeste - Julian MayA incrível saga das trigêmeas da Cidadela de Ruwenda está de volta. A história, que se passa no fantástico Mundo das Três Luas, teve início no livro O trílio negro, escrito a seis mãos por Marion Zimmer Bradley, Andre Norton e Julian May, três dos maiores expoentes da ficção científica e da fantasia. Desde então, foram lançados outros três episódios da saga, sendo que cada título levou a assinatura individual de um dos autores originais da trama. A história continua agora em O trílio celeste, de Julian May.
As trigêmeas são Kadiya, a Dama dos Olhos; Haramis, a Arquimaga da Terra; e Anigel, a rainha de Ruwenda. Só elas têm como trazer de volta o equilíbrio do Mundo das Três Luas, que está ameaçado por todo tipo de fenômeno natural destruidor, como erupções vulcânicas e terremotos. Cada uma delas recebeu no passado um poderoso talismã. Juntos, os três amuletos compõem o lendário Cetro Tríplice do Poder, a única força capaz de restabelecer a harmonia do planeta e defendê-lo do mal. Mas há um problema. Ou melhor, dois: o talismã de Anigel foi destruído numa batalha climática, e o de Kadiya perdeu seu poder. Pelo menos é isso que elas pensam. Além disso, ninguém sabe onde foi parar a caixa-estrela, o recipiente mágico sem o qual não é possível unir os três amuletos.
E isso nem é o pior. As trigêmeas ainda não sabem, mas seu maior adversário, o feiticeiro Orogastus, não está morto como elas imaginavam. Ele estava apenas exilado na Lua do Homem Negro, de onde conseguiu fugir com a ajuda de Nerenyi Daral, a temida mulher morta fundadora da Guilda da Estrela. Ela lhe deu três presentes valiosos: o poder da Estrela; o acesso a um viaduto mágico invisível, capaz de levá-lo instantaneamente ao Mundo das Três Luas; e um frasco de veneno, que ele usa para se livrar de Denby Varcour, seu carrasco, e conseguir fugir. Em troca, a mulher morta lhe dá uma missão: recriar a Guilda da Estrela e retomar o Cetro do Poder, de modo a recuperar o equilíbrio do mundo, dominando o Gelo Conquistador e fazendo o Trílio Celeste brilhar novamente. Seu objetivo parece ser o mesmo das gêmeas, mas há uma intenção diferente em cada lado desse embate.
Um personagem que ganha grande importância neste novo episódio é o príncipe Tolivar, também chamado de Coração Misterioso. Filho de Anigel, ele tem apenas 12 anos, mas não deve ser subestimado. O garoto recuperou a tiara do Monstro de Três Cabeças, o talismã mágico perdido de sua mãe. E a caixa-estrela também está em seu poder. Mas não é sua intenção alardear suas valiosas descobertas. O que ele não sabe é que esses objetos têm um poder imenso e podem ser perigosíssimos para quem não sabe manejá-los corretamente.
Está tudo pronto para o início de uma grande batalha. E as armas deste mundo fantástico são as mais cruéis – uma delas faz o sangue da vítima ferver; uma outra provoca convulsões fatais; e ainda há as que produzem raios letais. Quem for corajoso que compre a briga. Mas primeiro é preciso ter sabedoria para diferenciar o bem do mal, pois no Mundo das Três Luas a fronteira entre os dois lados pode ser muito sutil.

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