O Rio de Janeiro setecentista: A vida e a construção da cidade da invasão francesa até a chegada da corte – Nireu Cavalcanti

O Rio de Janeiro setecentista: A vida e a construção da cidade da invasão francesa até a chegada da corte – Nireu Cavalcanti

Esse livro é um estudo criterioso do período de formação da cidade do Rio de Janeiro até a chegada da corte portuguesa ao Brasil. Por meio de pesquisa em arquivos públicos e privados do Brasil e de Portugal, o autor reconstituiu a vida na cidade, realizando um levantamento dos problemas urbanos e sociais. Recompõe também aspectos da vida intelectual na Colônia antes da vinda da Família Real.

Nessa visão histórica a respeito da formação arquitetônica da cidade, são apresentados os condicionantes responsáveis pela fisionomia que ela assumiu até a primeira década do século XIX – no que Nireu Cavalcanti denominou como as Cinco Muralhas: os marcos dos limites físicos, políticos e ideológicos da ocupação urbana e os tipos urbanos que o habitam, assim como sua feição social, cultural e profissional. Também são reconstruídas as trajetórias de algumas profissões e de formas coletivas de agremiação responsáveis pela dinâmica do universo social na Colônia.

A análise integrada por história e arquitetura permite a formulação de uma hipótese à primeira vista ousada: a vida cultural e intelectual naquela que viria a ser a sede do reino português não era precária e incipiente, como muitos afirmam. Pelo contrário, já se encontrava firmada no Rio de Janeiro uma tradição cultural própria e expressiva, embora talvez dispersa e não-sistematizada.

O Rio de Janeiro setecentista contém farto material iconográfico, sob a forma de pranchas, mapas, desenhos, perspectivas e plantas, permitindo ao leitor visualizar a feição viva da cidade.

Esse livro é um estudo criterioso do período de formação da cidade do Rio de Janeiro até a chegada da corte portuguesa ao Brasil. Por meio de pesquisa em arquivos públicos e privados do Brasil e de Portugal, o autor reconstituiu a vida na cidade, realizando um levantamento dos problemas urbanos e sociais. Recompõe também aspectos da vida intelectual na Colônia antes da vinda da Família Real.

Nessa visão histórica a respeito da formação arquitetônica da cidade, são apresentados os condicionantes responsáveis pela fisionomia que ela assumiu até a primeira década do século XIX – no que Nireu Cavalcanti denominou como as Cinco Muralhas: os marcos dos limites físicos, políticos e ideológicos da ocupação urbana e os tipos urbanos que o habitam, assim como sua feição social, cultural e profissional. Também são reconstruídas as trajetórias de algumas profissões e de formas coletivas de agremiação responsáveis pela dinâmica do universo social na Colônia.

A análise integrada por história e arquitetura permite a formulação de uma hipótese à primeira vista ousada: a vida cultural e intelectual naquela que viria a ser a sede do reino português não era precária e incipiente, como muitos afirmam. Pelo contrário, já se encontrava firmada no Rio de Janeiro uma tradição cultural própria e expressiva, embora talvez dispersa e não-sistematizada.

O Rio de Janeiro setecentista contém farto material iconográfico, sob a forma de pranchas, mapas, desenhos, perspectivas e plantas, permitindo ao leitor visualizar a feição viva da cidade.

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