O Quarto Azul – Georges Simenon

O Quarto Azul – Georges Simenon

Adultério e assassinato estão no centro deste romance eletrizante de Georges Simenon.

Tony Falcone e Andrée Despierre não se viam desde a infância. Numa noite de setembro, reencontram-se por acaso e tornam-se amantes. Durante onze meses marcam encontros no “Quarto Azul” de um hotel mantido pela irmã de Tony.
No último encontro, porém, o marido de Andrée, Nicolas, é visto caminhando em direção ao hotel. Bem naquele dia, ela se declarara, sugerindo que abandonem os casamentos e fiquem juntos. Tony consegue fugir antes de ser flagrado – mas, pouco depois, a morte repentina de Nicolas o deixa em situação complicada.
Publicado em 1964, O quarto azul figura entre os célebres “romances duros” de Georges Simenon – aqueles que não trazem o comissário Maigret como protagonista, mas mergulham em atmosferas sombrias e personagens perturbados.
As cenas de sexo são cruas e completamente desprovidas de eufemismo. Logo nas primeiras páginas, Tony está orgulhoso de ver seu sêmen escorrer da vagina da amante enquanto tenta com um pano aplacar a ferida que ela lhe fez com uma mordida no lábio.
O mesmo vale para a violência e os sentimentos dos personagens: tudo no livro é seco e dito da forma mais direta possível. Tony e Andrée caminham por um mundo embrutecido e parecem alheios à culpa, ao pudor, ao arrependimento.

O-Quarto-Azul-Georges-SimenonAdultério e assassinato estão no centro deste romance eletrizante de Georges Simenon.

Tony Falcone e Andrée Despierre não se viam desde a infância. Numa noite de setembro, reencontram-se por acaso e tornam-se amantes. Durante onze meses marcam encontros no “Quarto Azul” de um hotel mantido pela irmã de Tony.
No último encontro, porém, o marido de Andrée, Nicolas, é visto caminhando em direção ao hotel. Bem naquele dia, ela se declarara, sugerindo que abandonem os casamentos e fiquem juntos. Tony consegue fugir antes de ser flagrado – mas, pouco depois, a morte repentina de Nicolas o deixa em situação complicada.
Publicado em 1964, O quarto azul figura entre os célebres “romances duros” de Georges Simenon – aqueles que não trazem o comissário Maigret como protagonista, mas mergulham em atmosferas sombrias e personagens perturbados.
As cenas de sexo são cruas e completamente desprovidas de eufemismo. Logo nas primeiras páginas, Tony está orgulhoso de ver seu sêmen escorrer da vagina da amante enquanto tenta com um pano aplacar a ferida que ela lhe fez com uma mordida no lábio.
O mesmo vale para a violência e os sentimentos dos personagens: tudo no livro é seco e dito da forma mais direta possível. Tony e Andrée caminham por um mundo embrutecido e parecem alheios à culpa, ao pudor, ao arrependimento.

 

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