O Prenúncio das Águas – Rosa Lobato de Faria

O Prenúncio das Águas – Rosa Lobato de Faria

A construção de uma barragem condena Rio do Anjo, uma aldeia do sul de Portugal, à submersão. É nesta pequena povoação do Alentejo, a região mais árida do país, que Rosa Lobato de Faria situa o cenário da sua cativante narração. Este romance, no qual vários protagonistas contam uma só e mesma história, mescla, numa dosagem perfeita, o fantástico e o real.
A tia Sebastiana, mãe do Adão, proprietário do café central da aldeia, é a velha anciã, que guarda em si muitas estórias, lendas, crenças e mitos sobre a aldeia, que acredita se realizarem caso a aldeia seja submersa.

A construção de uma barragem condena Rio do Anjo, uma aldeia do sul de Portugal, à submersão. É nesta pequena povoação do Alentejo, a região mais árida do país, que Rosa Lobato de Faria situa o cenário da sua cativante narração. Este romance, no qual vários protagonistas contam uma só e mesma história, mescla, numa dosagem perfeita, o fantástico e o real.
A tia Sebastiana, mãe do Adão, proprietário do café central da aldeia, é a velha anciã, que guarda em si muitas estórias, lendas, crenças e mitos sobre a aldeia, que acredita se realizarem caso a aldeia seja submersa.
Chegam à aldeia duas pessoas: Filomena, jornalista-fotógrafa, filha de portugueses emigrados em França, resolve pôr-se a caminho da aldeia dos pais quando a avisam que Rio do Anjo vai ser submergida pelas águas de uma barragem. Filomena, que por fim se instala nesta aldeia escondida no meio das planícies douradas do Alentejo, descobre os jogos da paixão e ao mesmo tempo aldeões resignados ao desaparecimento da aldeia; e o Professor Ivo Durães, catedrático reformado, que procura na sua terra natal o descanso da reforma, acabando por se apaixonar por Filomena.
O Pedro é uma criança da aldeia, de uma família de algum mistério, e sobrinho de Ausenda Matias Branco, filha mais velha duma família de latifundiários, secretamente apaixonada por Zé Nunes, pai de Pedro e, prepara, com as irmãs, uma vingança.
O Prenúncio das Águas “vicia” o leitor nos jogos da paixão, do ciúme e da vingança. É um universo ficcional onde o fantástico e o real se entrelaçam.

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