O pai morto – Donald Barthelme

O pai morto – Donald Barthelme

Imenso, poderoso, frágil, atônito, surpreendente, mentor, castrador, pecador, um homem maior que todos, ou um homem como qualquer um. Uma imensa reflexão sobre a figura paterna, em muitas de suas representações, dá o mote ao romance O pai morto, do norte-americano Donald Barthelme. Publicado originalmente em 1975, e lançado agora pela primeira vez no Brasil, o livro marcou uma geração de escritores ao unir maestria literária e humor inconfundível para narrar, de forma única, a libertina e desvairada morte do seu protagonista, que ao invés de conduzir o enredo vai sendo arrastado, a contragosto, para um destino que ignora, por um cabo que envolve seu corpo descomunal. Suas ordens, máximas e imprecações não conseguem interromper, porém, o falatório amalucado que se desenrola entre as pessoas à sua volta. Ousado ao explorar diferentes formas de narrativa, Barthelme levanta a ambiguidade de sensações e sentimentos que permeiam as relações entre pais e filhos. E, acima de tudo, promove um carnaval literário, ao mesclar gêneros e estilos – fábulas com definições enciclopédicas, diálogos íntimos com reflexões metafísicas – para surpreender e divertir o leitor.

Imenso, poderoso, frágil, atônito, surpreendente, mentor, castrador, pecador, um homem maior que todos, ou um homem como qualquer um. Uma imensa reflexão sobre a figura paterna, em muitas de suas representações, dá o mote ao romance O pai morto, do norte-americano Donald Barthelme. Publicado originalmente em 1975, e lançado agora pela primeira vez no Brasil, o livro marcou uma geração de escritores ao unir maestria literária e humor inconfundível para narrar, de forma única, a libertina e desvairada morte do seu protagonista, que ao invés de conduzir o enredo vai sendo arrastado, a contragosto, para um destino que ignora, por um cabo que envolve seu corpo descomunal. Suas ordens, máximas e imprecações não conseguem interromper, porém, o falatório amalucado que se desenrola entre as pessoas à sua volta. Ousado ao explorar diferentes formas de narrativa, Barthelme levanta a ambiguidade de sensações e sentimentos que permeiam as relações entre pais e filhos. E, acima de tudo, promove um carnaval literário, ao mesclar gêneros e estilos – fábulas com definições enciclopédicas, diálogos íntimos com reflexões metafísicas – para surpreender e divertir o leitor.

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