O Imperador no Exílio – Conde de Affonso Celso

O Imperador no Exílio – Conde de Affonso Celso

O livro trata dos últimos dias do Imperador D. Pedro II, desde a partida da Família Imperial até seu falecimento em Paris, em 1891; é dirigido à Princesa D. Isabel, pela ótica do Conde de Affonso Celso, filho do Visconde de Ouro Preto, último presidente do Conselho de Ministros do Império, durante a mudança de seu estado político, de crítico a apoiador inconteste do ilustre exilado, na época de um dos episódios mais vergonhosos da história brasileira.
Não trata do golpe que derrubou a Monarquia, é mais um testemunho da nobreza de caráter e dos valores éticos que orientavam aquele que foi o maior de nossos governantes, sustentado por dezenas de citações de vários personagens históricos.
Na 2ª parte, narra os esforços para o traslado dos restos mortais de D. Pedro II e da Imperatriz D. Thereza Christina para Petrópolis e narra ainda a história documentada dos esforços para a construção da estátua que homenageia o Imperador em Petrópolis, inaugurada somente 22 anos após seu exílio e 20 anos após seu falecimento, com a presença inclusive das mais altas autoridades da República.
É acompanhado por uma biografia do autor, resumida abaixo. Por ser uma obra do final do século XIX, tem linguagem da época, por isso inclui um glossário.

O livro trata dos últimos dias do Imperador D. Pedro II, desde a partida da Família Imperial até seu falecimento em Paris, em 1891; é dirigido à Princesa D. Isabel, pela ótica do Conde de Affonso Celso, filho do Visconde de Ouro Preto, último presidente do Conselho de Ministros do Império, durante a mudança de seu estado político, de crítico a apoiador inconteste do ilustre exilado, na época de um dos episódios mais vergonhosos da história brasileira.
Não trata do golpe que derrubou a Monarquia, é mais um testemunho da nobreza de caráter e dos valores éticos que orientavam aquele que foi o maior de nossos governantes, sustentado por dezenas de citações de vários personagens históricos.
Na 2ª parte, narra os esforços para o traslado dos restos mortais de D. Pedro II e da Imperatriz D. Thereza Christina para Petrópolis e narra ainda a história documentada dos esforços para a construção da estátua que homenageia o Imperador em Petrópolis, inaugurada somente 22 anos após seu exílio e 20 anos após seu falecimento, com a presença inclusive das mais altas autoridades da República.
É acompanhado por uma biografia do autor, resumida abaixo. Por ser uma obra do final do século XIX, tem linguagem da época, por isso inclui um glossário.

Sobre o Autor

Affonso Celso de Assis Figueiredo Júnior, o Conde de Affonso Celso, teve seu título concedido pela Santa Sé. Acadêmico de prestígio e brilho, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, onde ocupou a cadeira nº 36. Teve dezenas de livros, ensaios e poemas publicados, entre os quais se destaca O Imperador no exílio; foi ainda advogado, formado em 1880 pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, e político, tendo sido eleito para quatro mandatos por Minas Gerais. Deixou a política para acompanhar o pai, que por sua vez acompanhara o Imperador no exílio. De início, ainda que à sombra do pai, membro do governo, era ligeiramente crítico. O divisor de águas em sua vida deu-se ao conviver com o Imperador no exílio, de quem tornou-se amigo, e quando pôde testemunhar sua envergadura, honestidade e preparo. Conduziu pessoalmente os esforços para a construção da estátua de D. Pedro II em Petrópolis.

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