O Homem que Sorria – Henning Mankell

O Homem que Sorria – Henning Mankell

No quarto romance da série protagonizada por Kurt Wallander, Henning Mankell confronta o inspetor-chefe da polícia de Ystad com o sempre sorridente e bronzeado Alfred Harderberg. Avesso a toda forma de publicidade, Harderberg é dono de um imenso império em que bancos, indústrias farmacêuticas, sociedades de investimento, plantações de chá e de café, manufaturas, construtoras e até, quem sabe, tráfico de órgãos humanos se mesclam e se confundem.
O pedido para investigar um acidente fatal e a morte subseqüente de quem lhe pedira ajuda levam Wallander a desistir da aposentadoria e voltar à ativa. Após quase dezoito meses de afastamento, o inspetor retoma as atividades com ânimo renovado para empreender uma batalha emocionante contra o poderoso Alfred Harderberg. À medida que a trama se desenvolve, o leitor talvez se espante em constatar que mesmo numa das nações de maior igualdade social do planeta, com uma das economias mais prósperas da Europa, existe boa dose de servilismo diante dos poderosos. Narrada com ritmo impecável, a ação se condensa nos dois últimos meses do ano, sob intensas ventanias, muito nevoeiro e chuva incessante.

No quarto romance da série protagonizada por Kurt Wallander, Henning Mankell confronta o inspetor-chefe da polícia de Ystad com o sempre sorridente e bronzeado Alfred Harderberg. Avesso a toda forma de publicidade, Harderberg é dono de um imenso império em que bancos, indústrias farmacêuticas, sociedades de investimento, plantações de chá e de café, manufaturas, construtoras e até, quem sabe, tráfico de órgãos humanos se mesclam e se confundem.
O pedido para investigar um acidente fatal e a morte subseqüente de quem lhe pedira ajuda levam Wallander a desistir da aposentadoria e voltar à ativa. Após quase dezoito meses de afastamento, o inspetor retoma as atividades com ânimo renovado para empreender uma batalha emocionante contra o poderoso Alfred Harderberg. À medida que a trama se desenvolve, o leitor talvez se espante em constatar que mesmo numa das nações de maior igualdade social do planeta, com uma das economias mais prósperas da Europa, existe boa dose de servilismo diante dos poderosos. Narrada com ritmo impecável, a ação se condensa nos dois últimos meses do ano, sob intensas ventanias, muito nevoeiro e chuva incessante.

1 comentário em “O Homem que Sorria – Henning MankellAdicione o seu →

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *