O homem que roubou Portugal – Murray T. Bloom

O homem que roubou Portugal – Murray T. Bloom

“Essa é uma história real, uma minuciosa e cativante reportagem escrita por um especialista.” do prefácio de Gustavo Franco. Em 1924, Artur Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido, trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos se tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia um plano com pouca eficácia de um homem com muita imaginação, acabou causando problemas macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal não sofria abalo econômico tão profundo. O autor narra, com ares de romance policial, desde o momento da elaboração do golpe até o julgamento dos réus, em 1930. Nas audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma presença ilustre entre os ouvintes da platéia: o poeta Fernando Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. Traz, em anexo, a transcrição das anotações de Fernando Pessoa no último dia do julgamento. “A história de Alves Reis é uma pérola kafkiana fincada na realidade… Seria uma trama risível, se não tivesse dado tudo certo.” Guilherme Fiuza, jornalista e autor de Meu nome não é Johnny.

O homem que roubou Portugal - Murray T. Bloom“Essa é uma história real, uma minuciosa e cativante reportagem escrita por um especialista.” do prefácio de Gustavo Franco. Em 1924, Artur Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido, trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos se tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia um plano com pouca eficácia de um homem com muita imaginação, acabou causando problemas macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal não sofria abalo econômico tão profundo. O autor narra, com ares de romance policial, desde o momento da elaboração do golpe até o julgamento dos réus, em 1930. Nas audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma presença ilustre entre os ouvintes da platéia: o poeta Fernando Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. Traz, em anexo, a transcrição das anotações de Fernando Pessoa no último dia do julgamento. “A história de Alves Reis é uma pérola kafkiana fincada na realidade… Seria uma trama risível, se não tivesse dado tudo certo.” Guilherme Fiuza, jornalista e autor de Meu nome não é Johnny.

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