O Grande Livro de Pensamentos de Casseta e Planeta

O Grande Livro de Pensamentos de Casseta e Planeta

Os pensamentos deste livro, se lidos em voz alta na frente do espelho, levarão o leitor a uma profunda reflexão. Em pouco mais de uma centena de páginas, O Grande Livro dos Pensamentos de Casseta & Planeta consegue abrir mente e até abrir possibilidades amorosas com as frases sendo usadas com sabedoria na hora da sacanagem. Desde que foi lançado O Grande Livro dos Pensamentos de Casseta & Planeta, muitos acontecimentos misteriosos aconteceram. Esse livro transformou a vida de muita gente. O técnico Carlos Alberto Parreira leu alguns pensamentos do livro e num momento de iluminação perguntou para si mesmo: Romário, que Romário? A partir daí, a cabeça do técnico foi inundada por uma luz misteriosa, e hoje somos tetracampeões do mundo. O paraplégico José Miranda Valverde comprou um exemplar, foi para casa, largou o livro num canto e cagou e andou, como que por milagre. O editor Sérgio Machado, dono da Editora Record, não leu o livro, editou assim mesmo e, misteriosamente, se deu muito bem.

O Grande Livro de Pensamentos de Casseta e PlanetaOs pensamentos deste livro, se lidos em voz alta na frente do espelho, levarão o leitor a uma profunda reflexão. Em pouco mais de uma centena de páginas, O Grande Livro dos Pensamentos de Casseta & Planeta consegue abrir mente e até abrir possibilidades amorosas com as frases sendo usadas com sabedoria na hora da sacanagem. Desde que foi lançado O Grande Livro dos Pensamentos de Casseta & Planeta, muitos acontecimentos misteriosos aconteceram. Esse livro transformou a vida de muita gente. O técnico Carlos Alberto Parreira leu alguns pensamentos do livro e num momento de iluminação perguntou para si mesmo: Romário, que Romário? A partir daí, a cabeça do técnico foi inundada por uma luz misteriosa, e hoje somos tetracampeões do mundo. O paraplégico José Miranda Valverde comprou um exemplar, foi para casa, largou o livro num canto e cagou e andou, como que por milagre. O editor Sérgio Machado, dono da Editora Record, não leu o livro, editou assim mesmo e, misteriosamente, se deu muito bem.