O Evangelho Segundo Hitler – Marcos Peres Gomes Filho

O Evangelho Segundo Hitler – Marcos Peres Gomes Filho

“Estapafúrdio! Este Evangelho é um livro muito doido. Foi o vencedor do Prêmio SESC de Literatura justamente por ser uma literatura de risco, onde o autor preferiu juntar alhos com bugalhos – o Hitler com o Jorge Luis Borges com o (anti)Cristo – do que escrever o texto bem escritinho, curtinho, objetivozinho, de comunicaçãozinha facilzinha com o leitorzinho.
Neste momento em que escrevo esta orelha, ainda não sei quem é o autor de O Evangelho segundo Hitler, já que o livro foi enviado com pseudônimo para o Prêmio SESC. Mas o cara foi bem além de sua aldeia, a partir de onde, segundo as boas normas da boa literatura, estaria contido todo o Universo, e viajou no tempo e no espaço, passando pela Argentina, Suíça, pela Alemanha pré-nazista e pós-nazista, construindo uma teoria, patafísica até, onde Hitler teria se inspirado em um conto de Borges para elaborar suas ideias mefistofélicas.
Falar de Hitler como sendo o Anticristo não é novidade alguma, mas colocar a literatura de Borges como uma das principais responsáveis pela barbaridade do nazismo é de uma irresponsabilidade deliciosa.
É a história de um xará de nome e sobrenome do grande contista argentino chegando em Genebra para matar o verdadeiro Jorge Luis Borges. Algo baseado no conto “O Outro”, do Borges real, onde Borges conversa com Borges. Até aí, tudo certo. Mas, quando Hitler e os nazistas começaram a entrar na história, pensei cá comigo: “Estapafúrdio! Onde esse sujeito acha que vai?!”
Bem, leitor amigo, a curiosidade não me deixou largar o livro e eu fui indo e foi ficando cada vez mais difícil abandonar a leitura, foi ficando difícil parar de pensar na história, foi ficando difícil escolher algo mais normal para ganhar o prêmio.
E fui até o fim. E O Evangelho segundo Hitler ganhou o prêmio. E eu tenho certeza absoluta de que você vai querer chegar até o fim.Estapafúrdio!” – André Sant’Anna.

“Estapafúrdio! Este Evangelho é um livro muito doido. Foi o vencedor do Prêmio SESC de Literatura justamente por ser uma literatura de risco, onde o autor preferiu juntar alhos com bugalhos – o Hitler com o Jorge Luis Borges com o (anti)Cristo – do que escrever o texto bem escritinho, curtinho, objetivozinho, de comunicaçãozinha facilzinha com o leitorzinho.
Neste momento em que escrevo esta orelha, ainda não sei quem é o autor de O Evangelho segundo Hitler, já que o livro foi enviado com pseudônimo para o Prêmio SESC. Mas o cara foi bem além de sua aldeia, a partir de onde, segundo as boas normas da boa literatura, estaria contido todo o Universo, e viajou no tempo e no espaço, passando pela Argentina, Suíça, pela Alemanha pré-nazista e pós-nazista, construindo uma teoria, patafísica até, onde Hitler teria se inspirado em um conto de Borges para elaborar suas ideias mefistofélicas.
Falar de Hitler como sendo o Anticristo não é novidade alguma, mas colocar a literatura de Borges como uma das principais responsáveis pela barbaridade do nazismo é de uma irresponsabilidade deliciosa.
É a história de um xará de nome e sobrenome do grande contista argentino chegando em Genebra para matar o verdadeiro Jorge Luis Borges. Algo baseado no conto “O Outro”, do Borges real, onde Borges conversa com Borges. Até aí, tudo certo. Mas, quando Hitler e os nazistas começaram a entrar na história, pensei cá comigo: “Estapafúrdio! Onde esse sujeito acha que vai?!”
Bem, leitor amigo, a curiosidade não me deixou largar o livro e eu fui indo e foi ficando cada vez mais difícil abandonar a leitura, foi ficando difícil parar de pensar na história, foi ficando difícil escolher algo mais normal para ganhar o prêmio.
E fui até o fim. E O Evangelho segundo Hitler ganhou o prêmio. E eu tenho certeza absoluta de que você vai querer chegar até o fim.Estapafúrdio!” – André Sant’Anna.

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