O Cavaleiro Templário – As Cruzadas #02 – Jan Guillou

O Cavaleiro Templário – As Cruzadas #02 – Jan Guillou

No ano da graça de 1177, acontece um milagre do qual muito se falaria entre os seguidores do Profeta Maomé. Saladino, o homem que jurara libertar Jerusalém dos ocupantes francos, está prestes a morrer nas mãos dos assaltantes, quando a salvação chega de uma direção inesperada: Arn de Gothia, o temido, porém justo e correto, templário, chamado pelos crentes muçulmanos de Al Ghouti, chega não se sabe de onde, mata os assaltantes e salva Saladino, sem perceber a ironia de Deus.

Arn está com 27 anos e já é um experiente veterano entre os combatentes de Deus na Terra Santa. Muito ele já havia aprendido nos dez anos que se passaram desde que saiu de Arnäs, na Götland Ocidental, para servir durante vinte anos na Palestina. A convicção de que o jovem de 17 anos tinha do caráter divino daquela missão, ao chegar ao reino das cruzadas, sofreu muitas mudanças. E agora, como comandante da guarnição em Gaza, com a missão de manter a lei e a ordem na região, verifica que, cada vez com maior freqüência, os recém-chegados cruzados lhe dão mais trabalho – dominados por um exagerado fervor religioso ou por uma irrefreável vontade de saquear – do que os disciplinados habitantes do lugar.

Enquanto isso, na Suécia, o grande amor de Arn na juventude, que, por tanto amar, recebeu como castigo ficar enclausurada no convento de Gudhem, deu à luz um menino que cresce na casa do tio de Arn, Briger Brosa. Dentro dos muros do convento domina a rigidez da madre Rikissa, e fora desse mundo fechado se trava uma sangrenta batalha pelo poder entre as famílias sverkeriana e erikiana. Cecília reza, pedindo o milagre da volta de Arn, e até mesmo Briger Brosa, que age astutamente nessa luta pelo poder, espera ansiosamente o regresso do sobrinho.

No ano da graça de 1177, acontece um milagre do qual muito se falaria entre os seguidores do Profeta Maomé. Saladino, o homem que jurara libertar Jerusalém dos ocupantes francos, está prestes a morrer nas mãos dos assaltantes, quando a salvação chega de uma direção inesperada: Arn de Gothia, o temido, porém justo e correto, templário, chamado pelos crentes muçulmanos de Al Ghouti, chega não se sabe de onde, mata os assaltantes e salva Saladino, sem perceber a ironia de Deus.

Arn está com 27 anos e já é um experiente veterano entre os combatentes de Deus na Terra Santa. Muito ele já havia aprendido nos dez anos que se passaram desde que saiu de Arnäs, na Götland Ocidental, para servir durante vinte anos na Palestina. A convicção de que o jovem de 17 anos tinha do caráter divino daquela missão, ao chegar ao reino das cruzadas, sofreu muitas mudanças. E agora, como comandante da guarnição em Gaza, com a missão de manter a lei e a ordem na região, verifica que, cada vez com maior frequência, os recém-chegados cruzados lhe dão mais trabalho – dominados por um exagerado fervor religioso ou por uma irrefreável vontade de saquear – do que os disciplinados habitantes do lugar.

Enquanto isso, na Suécia, o grande amor de Arn na juventude, que, por tanto amar, recebeu como castigo ficar enclausurada no convento de Gudhem, deu à luz um menino que cresce na casa do tio de Arn, Briger Brosa. Dentro dos muros do convento domina a rigidez da madre Rikissa, e fora desse mundo fechado se trava uma sangrenta batalha pelo poder entre as famílias sverkeriana e erikiana. Cecília reza, pedindo o milagre da volta de Arn, e até mesmo Briger Brosa, que age astutamente nessa luta pelo poder, espera ansiosamente o regresso do sobrinho.