O Cair da Noite – Isaac Asimov, Robert Silverberg

O Cair da Noite – Isaac Asimov, Robert Silverberg

Kalgash é um mundo à beira do caos, dividido entre a loucura do fanatismo religioso e a frieza racional dos cientistas. Sheerin analisa o Túnel do Mistério; Siferra faz escavações para descobrir civilizações antigas que desapareceram por causa de uma tempestade de areia; Beenay descobre, através de cálculos novos, uma incoerência na Teoria da Gravitação Universal; e Theremon faz um estudo sobre os Apóstolos do Fogo, que têm a data certa do fim do Ano da Divindade – 2049 -, que significa o fim do mundo. Por trás de tudo isso, existe um medo coletivo da Escuridão, porque Kalgash conhece apenas a luz perpétua do dia. Os seis sóis estarão ausentes do céu ao mesmo tempo, pela primeira vez em mais de dois mil anos, sinalizando o final da civilização destruída pela visão perturbadora das Estrelas…

Kalgash é um mundo à beira do caos, dividido entre a loucura do fanatismo religioso e a frieza racional dos cientistas. Sheerin analisa o Túnel do Mistério; Siferra faz escavações para descobrir civilizações antigas que desapareceram por causa de uma tempestade de areia; Beenay descobre, através de cálculos novos, uma incoerência na Teoria da Gravitação Universal; e Theremon faz um estudo sobre os Apóstolos do Fogo, que têm a data certa do fim do Ano da Divindade – 2049 -, que significa o fim do mundo. Por trás de tudo isso, existe um medo coletivo da Escuridão, porque Kalgash conhece apenas a luz perpétua do dia. Os seis sóis estarão ausentes do céu ao mesmo tempo, pela primeira vez em mais de dois mil anos, sinalizando o final da civilização destruída pela visão perturbadora das Estrelas…

 

1 comentário em “O Cair da Noite – Isaac Asimov, Robert SilverbergAdicione o seu →

  1. Li este livro há pelo menos 15 anos atrás e o que posso dizer é que é interessantíssimo pois expõe de forma muito racional e inteligente o eterno combate entre a histeria messiânica e a frieza científica que desdenha do fato de " existem mais coisas entre o céu e terra do que a nossa vã filosofia possa explicar ".

    Convicções caem por terra dos dois lados da questão durante todo o livro, mas para não ser chato e entregar o final do livro o que posso dizer é que no final o que vence é a vontade do homem em acreditar que não estamos sozinhos neste imenso universo onde as contrariedades humanas parecem tão pequenas diante da força da vida. Ou melhor, da vontade de viver.

    Asimov como sempre é genial.

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