O bom livro – A. C. Grayling

O bom livro – A. C. Grayling

O bom livro é uma versão não religiosa da Bíblia, inspirada em 2.500 anos de pensamento, ciência e literatura, ocidentais e orientais.

O resultado é uma obra moderna, que se aproxima das sagradas escrituras na concepção e na tendência literária, mas que se afasta delas ao abranger uma tradição humanista mais antiga e vasta, de amplo escopo cultural e geográfico.

Textos imortais de Heródoto, Lucrécio, Confúcio, Mêncio, Sêneca, Cícero, Montaigne, Bacon, entre outros, foram editados, adaptados e reescritos por A. C. Grayling de modo a reproduzirem alguns dos livros mais emblemáticos da Bíblia, como o Gênesis e as Epístolas. Ao modernizar e laicizar a Bíblia, o filósofo britânico mais lido da atualidade nos desafia a responder uma das questões centrais da sua obra: num mundo cada vez mais laico, o que significa, hoje, ser Humano?

Inspirando-se na Bíblia cristã e judaica, no Alcorão e em outros livros sagrados das grandes religiões, O bom livro destina-se a “ajudar e guiar, sugerir, instruir, advertir e consolar; acima de tudo, erguer a luz da mente e do coração humano diante das sombras da vida”.

O bom livro é uma versão não religiosa da Bíblia, inspirada em 2.500 anos de pensamento, ciência e literatura, ocidentais e orientais.

O resultado é uma obra moderna, que se aproxima das sagradas escrituras na concepção e na tendência literária, mas que se afasta delas ao abranger uma tradição humanista mais antiga e vasta, de amplo escopo cultural e geográfico.

Textos imortais de Heródoto, Lucrécio, Confúcio, Mêncio, Sêneca, Cícero, Montaigne, Bacon, entre outros, foram editados, adaptados e reescritos por A. C. Grayling de modo a reproduzirem alguns dos livros mais emblemáticos da Bíblia, como o Gênesis e as Epístolas. Ao modernizar e laicizar a Bíblia, o filósofo britânico mais lido da atualidade nos desafia a responder uma das questões centrais da sua obra: num mundo cada vez mais laico, o que significa, hoje, ser Humano?

Inspirando-se na Bíblia cristã e judaica, no Alcorão e em outros livros sagrados das grandes religiões, O bom livro destina-se a “ajudar e guiar, sugerir, instruir, advertir e consolar; acima de tudo, erguer a luz da mente e do coração humano diante das sombras da vida”.

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