O Barão Vermelho – J. Eduardo Caamaño

O Barão Vermelho – J. Eduardo Caamaño

Aos 23 anos de idade, Manfred von Richthofen, membro de uma tradicional família aristocrática prussiana, foi convocado para lutar na guerra como oficial de cavalaria, posição de reconhecido prestígio em um conflito que havia arrastado milhões de soldados anônimos a morrer em inóspitas trincheiras, um lugar que os obrigou a conviver com a investida de ratos e a ameaça de gases letais, tendo que padecer um sem-fim de doenças.

O que Richthofen não esperava era encontrar sua renomada unidade de cavalaria relegada a segundo plano, graças ao surgimento das metralhadoras modernas e dos potentes canhões de artilharia, que anulariam qualquer possibilidade de movimentação. Seus planos de viver uma inesquecível aventura e regressar para casa com o uniforme carregado de medalhas se desfez, junto com seu orgulho, ao ser transferido para o setor de comunicações, onde passaria longos dias estendendo cabos e atendendo a chamadas telefônicas, funções incompatíveis com seu caráter e com seus planos pessoais para aquela guerra, cuja dimensão ainda era desconhecida. Longe de se lamentar, Richthofen tratou de encontrar um lugar naquele conflito que lhe pudesse proporcionar a ação que tanto buscava. Em poucos meses, deixaria de ser um reles oficial de cavalaria para se transformar na maior lenda do combate aéreo até os dias de hoje.
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O Barão Vermelho - J. Eduardo CaamañoAos 23 anos de idade, Manfred von Richthofen, membro de uma tradicional família aristocrática prussiana, foi convocado para lutar na guerra como oficial de cavalaria, posição de reconhecido prestígio em um conflito que havia arrastado milhões de soldados anônimos a morrer em inóspitas trincheiras, um lugar que os obrigou a conviver com a investida de ratos e a ameaça de gases letais, tendo que padecer um sem-fim de doenças.
O que Richthofen não esperava era encontrar sua renomada unidade de cavalaria relegada a segundo plano, graças ao surgimento das metralhadoras modernas e dos potentes canhões de artilharia, que anulariam qualquer possibilidade de movimentação. Seus planos de viver uma inesquecível aventura e regressar para casa com o uniforme carregado de medalhas se desfez, junto com seu orgulho, ao ser transferido para o setor de comunicações, onde passaria longos dias estendendo cabos e atendendo a chamadas telefônicas, funções incompatíveis com seu caráter e com seus planos pessoais para aquela guerra, cuja dimensão ainda era desconhecida. Longe de se lamentar, Richthofen tratou de encontrar um lugar naquele conflito que lhe pudesse proporcionar a ação que tanto buscava. Em poucos meses, deixaria de ser um reles oficial de cavalaria para se transformar na maior lenda do combate aéreo até os dias de hoje.
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