O Ato e O Fato: O Som e a Fúria do Que Se Viu no Golpe de 1964 – Carlos Heitor Cony

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Foi num ambiente de pânico e confusão, de vilanias, de sadismo, de boçalidade que um jornal – o Correio da Manhã – começou a erguer no Rio de Janeiro, com a força de seu prestígio, uma primeira e corajosa linha de defesa da democracia ofendida e humilhada pelas pérfidas manobras dos inimigos da emancipação nacional.

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