Música na Noite & Outros Ensaios – Aldous Huxley

Música na Noite & Outros Ensaios – Aldous Huxley

“Aldous Huxley, com a sensibilidade especial para vislumbrar os contornos do futuro que os artistas às vezes têm, extrapolou os limites e enxergou além das atuais fronteiras do nosso autoconhecimento.” – Sir Isaiah Berlin

Um dos maiores intelectuais de seu tempo, o inglês Aldous Huxley(1894-1963), autor do clássico romance distópico Admirável mundo novo (1932) e do marco psicodélico As portas da percepção (1954), acreditou como poucos no poder libertador do conhecimento. Tendo quase perdido a visão na juventude, leu de tudo. E escreveu de tudo – do conto à poesia, do teatro ao cinema.
Nesta coleção de 26 ensaios, lançada em 1931, Huxley reflete sobre a expressão do inexprimível na música, sobre a vulgaridade nas artes, sobre as mudanças sexuais e de pensamento, sobre as ambiguidades do progresso, sobre a busca eterna por novos prazeres. O texto “Os sermões dos gatos”, por exemplo, observa o comportamento felino como um espelho da natureza humana. Já “A indústria da beleza” garante que, num futuro não muito distante, todos serão jovens para sempre.
É o auge de uma visão humanista, satírica e premonitória. Fascinantes e atemporais, os ensaios de Música na noite são indispensáveis para o entendimento das transformações que o século XX nos legou.

“Aldous Huxley, com a sensibilidade especial para vislumbrar os contornos do futuro que os artistas às vezes têm, extrapolou os limites e enxergou além das atuais fronteiras do nosso autoconhecimento.” – Sir Isaiah Berlin

Um dos maiores intelectuais de seu tempo, o inglês Aldous Huxley(1894-1963), autor do clássico romance distópico Admirável mundo novo (1932) e do marco psicodélico As portas da percepção (1954), acreditou como poucos no poder libertador do conhecimento. Tendo quase perdido a visão na juventude, leu de tudo. E escreveu de tudo – do conto à poesia, do teatro ao cinema.
Nesta coleção de 26 ensaios, lançada em 1931, Huxley reflete sobre a expressão do inexprimível na música, sobre a vulgaridade nas artes, sobre as mudanças sexuais e de pensamento, sobre as ambiguidades do progresso, sobre a busca eterna por novos prazeres. O texto “Os sermões dos gatos”, por exemplo, observa o comportamento felino como um espelho da natureza humana. Já “A indústria da beleza” garante que, num futuro não muito distante, todos serão jovens para sempre.
É o auge de uma visão humanista, satírica e premonitória. Fascinantes e atemporais, os ensaios de Música na noite são indispensáveis para o entendimento das transformações que o século XX nos legou.

 

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