Meu Diário de Guerra – W. Somerset Maugham

Meu Diário de Guerra – W. Somerset Maugham

Meu Diário de Guerra não é propriamente obra autobiográfica. Abrange os acontecimentos de alguns meses apenas e acontecimentos que afetaram o autor.
Verão de 1939. Somerset Maugham estava em sua propriedade do Midi, numa colina de Cap Ferrat, promontório que avança afoitamente Mediterrâneo adentro, entre Nice e Monte Carlo. Neste recanto pitoresco, diante do largo mar azul, viveu um período único, e sobretudo, como se verá, trágico. Na casa pintada de branco por fora e por dentro, enfeitada de livros, quadros e todos os objetos que colecionara durante suas viagens, o autor sonhava passar o resto da vida e exalar seu último suspiro na cama que havia em seu quarto. Muitas vezes fechava os olhos e cruzava os braços para imaginar como devia ficar quando morresse. Mas estala a guerra, súbita, brutal, mergulhando o mundo num mar de sangue e chamas. Terminou abruptamente o suave e poético sossego daquela casa branquinha na colina de Cap Ferrat. Somerset Maugham, mais uma vez, se põe a caminho e dedica seu gênio à luta desesperada pelos direitos de uma humanidade livre.

Meu Diário de Guerra – W. Somerset MaughamMeu Diário de Guerra não é propriamente obra autobiográfica. Abrange os acontecimentos de alguns meses apenas e acontecimentos que afetaram o autor.
Verão de 1939. Somerset Maugham estava em sua propriedade do Midi, numa colina de Cap Ferrat, promontório que avança afoitamente Mediterrâneo adentro, entre Nice e Monte Carlo. Neste recanto pitoresco, diante do largo mar azul, viveu um período único, e sobretudo, como se verá, trágico. Na casa pintada de branco por fora e por dentro, enfeitada de livros, quadros e todos os objetos que colecionara durante suas viagens, o autor sonhava passar o resto da vida e exalar seu último suspiro na cama que havia em seu quarto. Muitas vezes fechava os olhos e cruzava os braços para imaginar como devia ficar quando morresse. Mas estala a guerra, súbita, brutal, mergulhando o mundo num mar de sangue e chamas. Terminou abruptamente o suave e poético sossego daquela casa branquinha na colina de Cap Ferrat. Somerset Maugham, mais uma vez, se põe a caminho e dedica seu gênio à luta desesperada pelos direitos de uma humanidade livre.

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