Meridiano de Sangue – Cormac McCarthy

Meridiano de Sangue – Cormac McCarthy

Um marco da literatura norte-americana contemporânea. Harold Bloom o compara a Moby Dick, de Herman Melville, e Enquanto agonizo, de William Faulkner. Considerado uma obra-prima, o livro descreve o mundo brutal na fronteira entre o Texas e o México na metade do século XIX e recria um Oeste americano violento e imprevisível, em que o real e o imaginado se fundem em uma história de sobrevivência com dimensões apocalípticas.
Meridiano de sangue é um romance épico. Nele, McCarthy reinventa a mitologia do Oeste americano para criar uma obra ao mesmo tempo grandiosa e arrebatadora sobre uma terra sem lei, em que o absurdo e a alucinação se sobrepõem à realidade.
Desde as primeiras páginas, o leitor acompanha um rapaz sem nome e sem família, abandonado à própria sorte num mundo brutal em que, para sobreviver, precisa ser tão ou mais violento que seus inimigos. Recrutado por uma companhia de mercenários a serviço de governantes locais, atravessa regiões desérticas entre o México e o Texas com a missão de matar o maior número possível de índios e trazer de volta seus escalpos.
McCarthy parte de fatos reais – a caçada aos índios, o destacamento de assassinos liderado pelo sanguinário John Joel Glanton – para compor uma obra que transcende a mera ficção histórica. Conduzidos por Glanton e o juiz Holden – uma figura quase sobrenatural, e um dos grandes personagens da literatura americana no século XX -, esses homens, que julgam já terem visto todos os horrores possíveis, irão aos poucos se aprofundar no verdadeiro inferno.

Um marco da literatura norte-americana contemporânea. Harold Bloom o compara a Moby Dick, de Herman Melville, e Enquanto agonizo, de William Faulkner. Considerado uma obra-prima, o livro descreve o mundo brutal na fronteira entre o Texas e o México na metade do século XIX e recria um Oeste americano violento e imprevisível, em que o real e o imaginado se fundem em uma história de sobrevivência com dimensões apocalípticas.
Meridiano de sangue é um romance épico. Nele, McCarthy reinventa a mitologia do Oeste americano para criar uma obra ao mesmo tempo grandiosa e arrebatadora sobre uma terra sem lei, em que o absurdo e a alucinação se sobrepõem à realidade.
Desde as primeiras páginas, o leitor acompanha um rapaz sem nome e sem família, abandonado à própria sorte num mundo brutal em que, para sobreviver, precisa ser tão ou mais violento que seus inimigos. Recrutado por uma companhia de mercenários a serviço de governantes locais, atravessa regiões desérticas entre o México e o Texas com a missão de matar o maior número possível de índios e trazer de volta seus escalpos.
McCarthy parte de fatos reais – a caçada aos índios, o destacamento de assassinos liderado pelo sanguinário John Joel Glanton – para compor uma obra que transcende a mera ficção histórica. Conduzidos por Glanton e o juiz Holden – uma figura quase sobrenatural, e um dos grandes personagens da literatura americana no século XX -, esses homens, que julgam já terem visto todos os horrores possíveis, irão aos poucos se aprofundar no verdadeiro inferno.

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