Mente, linguagem e sociedade – John R. Searle

Mente, linguagem e sociedade – John R. Searle

Neste livro, John R. Searle tira do pedestal abstrato e traz para o mundo em que vivemos conceitos como realidade, verdade, consciência e sociedade. Ele esclarece os leitores sobre os problemas conceituais associados à metafísica básica, à biologia da mente, à estrutura da consciência, ao paradoxo da intencionalidade, à natureza da linguagem e à estrutura do universo social.

“Não acredito que vivemos em dois mundos, o mental e o físico e menos ainda em três mundos, o mental, o físico e o cultural, mas sim em um só mundo, e quero descrever as relações entre algumas das muitas partes desse único mundo.”Assim, de forma clara e sintética, John R. Searle resume o objetivo que se propôs ao escrever “Mente, linguagem e sociedade”. Depois de apresentar a mente enquanto um fenômeno biológico, o autor passa a examinar as várias teorias a respeito da consciência. Aspectos do cotidiano, como uma lista de compras levada ao supermercado por exemplo, servem de pontos de partida para discutir de modo didático conceitos como a intencionalidade. Ao ser analisada por Searle, uma frase banal escolhida ao acaso, acaba lançando uma luz sobre a relação entre a mente e o mundo.

Mente, linguagem e sociedade – John R. SearleNeste livro, John R. Searle tira do pedestal abstrato e traz para o mundo em que vivemos conceitos como realidade, verdade, consciência e sociedade. Ele esclarece os leitores sobre os problemas conceituais associados à metafísica básica, à biologia da mente, à estrutura da consciência, ao paradoxo da intencionalidade, à natureza da linguagem e à estrutura do universo social.

“Não acredito que vivemos em dois mundos, o mental e o físico e menos ainda em três mundos, o mental, o físico e o cultural, mas sim em um só mundo, e quero descrever as relações entre algumas das muitas partes desse único mundo.”Assim, de forma clara e sintética, John R. Searle resume o objetivo que se propôs ao escrever “Mente, linguagem e sociedade”. Depois de apresentar a mente enquanto um fenômeno biológico, o autor passa a examinar as várias teorias a respeito da consciência. Aspectos do cotidiano, como uma lista de compras levada ao supermercado por exemplo, servem de pontos de partida para discutir de modo didático conceitos como a intencionalidade. Ao ser analisada por Searle, uma frase banal escolhida ao acaso, acaba lançando uma luz sobre a relação entre a mente e o mundo.

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