Memórias do Cárcere – Graciliano Ramos

Memórias do Cárcere – Graciliano Ramos

Registro dos dias passados na Casa de Correção, Centro do Rio, entre março de 1936 e janeiro de 1937, sob a ditadura Vargas e o chicote do torturador Filinto Miller, chefe da polícia política. Nunca chegou a ser julgado, nem sequer processado.

Publicado após a morte de Graciliano, finalizado por seu filho, Ricardo Ramos, o livro sofreu rigorosa censura do Partido Comunista Brasileiro, segundo denúncia em 2008 do jornalista Wilson Martins no Estado de S. Paulo.

Graciliano conta que várias vezes destruiu anotações que serviriam para compor a obra. Também destaca o nojo que sentia com a imundície da cadeia. Descreve os mais variados tipos encontrados entre os presos políticos, relata acontecimentos como a entrega de Olga Benário à Gestapo e as sessões de tortura do comunista argentino Rodolfo Ghioldi ou o encontro com Epifrânio Guilhermino, protagonista de episódio pouco conhecido: matou um legalista no Rio Grande do Norte, única vítima do levante comunista de 1935.

Registro dos dias passados na Casa de Correção, Centro do Rio, entre março de 1936 e janeiro de 1937, sob a ditadura Vargas e o chicote do torturador Filinto Miller, chefe da polícia política. Nunca chegou a ser julgado, nem sequer processado.

Publicado após a morte de Graciliano, finalizado por seu filho, Ricardo Ramos, o livro sofreu rigorosa censura do Partido Comunista Brasileiro, segundo denúncia em 2008 do jornalista Wilson Martins no Estado de S. Paulo.

Graciliano conta que várias vezes destruiu anotações que serviriam para compor a obra. Também destaca o nojo que sentia com a imundície da cadeia. Descreve os mais variados tipos encontrados entre os presos políticos, relata acontecimentos como a entrega de Olga Benário à Gestapo e as sessões de tortura do comunista argentino Rodolfo Ghioldi ou o encontro com Epifrânio Guilhermino, protagonista de episódio pouco conhecido: matou um legalista no Rio Grande do Norte, única vítima do levante comunista de 1935.