Mário e o Mágico – Thomas Mann

Mário e o Mágico – Thomas Mann

Thomas Mann, a quem seus filhos e amigos chamavam o “Mágico”, e que era um curioso de todas as coisas, também se interessou pela magia. É fato sabido que, neste terreno, nem sempre se trata de magia branca.
O personagem retratado em Mário e o Mágico é um inquietante hipnotizador de feira. Ele exerce sobre seu pequeno público um poder comparável ao dos ditadores sobre as massas.
Esta novela que narra as férias de uma família à Itália de Mussolini, parecia ser uma sátira ao fascismo. Entretanto, ela é sobretudo uma interrogação sobre a natureza da vontade e sobre os limites da liberdade individual.
Experiências Ocultas é outra narrativa autobiográfica em que se abrem as portas da mediunidade. Nesta o autor zomba do racionalismo clássico, mas, guarda as devidas distâncias em relação aos misteriosos fenômenos que o fascinam.
Mas, não pertencemos à noite? A vida só se mantém graças aos mergulhos prolongados no sono. Esta a razão do Canto ao Sono, texto que cerceia um dos aspectos essenciais da condição humana.
A estes três textos magistrais da obra de Thomas Mann acrescentamos cinco novelas de sua juventude, e para encerrar um ensaio autobiográfico de 1948, que constitui um suplemento precioso à Esquisse de ma vie, de 1930.

Mário-e-o-Mágico-Thomas-MannThomas Mann, a quem seus filhos e amigos chamavam o “Mágico”, e que era um curioso de todas as coisas, também se interessou pela magia. É fato sabido que, neste terreno, nem sempre se trata de magia branca.
O personagem retratado em Mário e o Mágico é um inquietante hipnotizador de feira. Ele exerce sobre seu pequeno público um poder comparável ao dos ditadores sobre as massas.
Esta novela que narra as férias de uma família à Itália de Mussolini, parecia ser uma sátira ao fascismo. Entretanto, ela é sobretudo uma interrogação sobre a natureza da vontade e sobre os limites da liberdade individual.
Experiências Ocultas é outra narrativa autobiográfica em que se abrem as portas da mediunidade. Nesta o autor zomba do racionalismo clássico, mas, guarda as devidas distâncias em relação aos misteriosos fenômenos que o fascinam.
Mas, não pertencemos à noite? A vida só se mantém graças aos mergulhos prolongados no sono. Esta a razão do Canto ao Sono, texto que cerceia um dos aspectos essenciais da condição humana.
A estes três textos magistrais da obra de Thomas Mann acrescentamos cinco novelas de sua juventude, e para encerrar um ensaio autobiográfico de 1948, que constitui um suplemento precioso à Esquisse de ma vie, de 1930.

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