Marí­lia de Dirceu: A musa, a Inconfidência e a vida privada em Ouro Preto no século XVIII – Staël Gontijo

Marí­lia de Dirceu: A musa, a Inconfidência e a vida privada em Ouro Preto no século XVIII – Staël Gontijo

“Sempre ouvi dizer que a vida de Marília de Dirceu desvaloriza uma biografia, por ela ter sido apenas um apêndice de Thomas Antonio Gonzaga. Além disso, sabemos pouco sobre fatos fundamentais da sua história. Não deixou um diário, os documentos e fontes primárias são quase inexistentes, a tradição oral se confunde com a lenda.”

Este romance biográfico reconstrói uma das personagens mais importantes da história brasileira, cingida pela ascensão e decadência de Vila Rica, hoje Ouro Preto, que chegou a ser comparada a Londres e Paris. Por essa obra podemos conhecer melhor os costumes nas Minas Gerais do século XVIII e observar como a musa de Gonzaga foi diferente dos contemporâneos. Ela enfrentou muitos preconceitos em sua época, mas realizou com dignidade rara uma ascensão estável naquela sociedade; foi considerada uma celebridade de quem até o imperador quis beijar a mão.

Marília, como toda musa, foi ao mesmo tempo expressão de sua época e exceção a ela.

“Sempre ouvi dizer que a vida de Marília de Dirceu desvaloriza uma biografia, por ela ter sido apenas um apêndice de Thomas Antonio Gonzaga. Além disso, sabemos pouco sobre fatos fundamentais da sua história. Não deixou um diário, os documentos e fontes primárias são quase inexistentes, a tradição oral se confunde com a lenda.”

Este romance biográfico reconstrói uma das personagens mais importantes da história brasileira, cingida pela ascensão e decadência de Vila Rica, hoje Ouro Preto, que chegou a ser comparada a Londres e Paris. Por essa obra podemos conhecer melhor os costumes nas Minas Gerais do século XVIII e observar como a musa de Gonzaga foi diferente dos contemporâneos. Ela enfrentou muitos preconceitos em sua época, mas realizou com dignidade rara uma ascensão estável naquela sociedade; foi considerada uma celebridade de quem até o imperador quis beijar a mão.

Marília, como toda musa, foi ao mesmo tempo expressão de sua época e exceção a ela.

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