Machado e Borges: E Outros Ensaios Sobre Machado de Assis – Luis Augusto Fischer

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Machado e Borges – sempre os dois autores foram comparados, levando em conta tantos contextos, geográficos e históricos, sem excluir o biográfico. Ambos foram sobretudo céticos, na vida e na narrativa, visceralmente opostos a um realismo ingênuo. Neles, o leitor sente sempre a presença da voz narrativa – no caso de Machado, tanto nos contos como nos romances, e tanto em Quincas Borba quanto em Dom Casmurro. Os dois ensaios seguintes expandem estes argumentos. O primeiro junta uma inesperada terceira figura aos dois sul-americanos – a de Edgar Allen Poe. Será que este triângulo nos explica o porquê da diferença de Machado, a estranha dificuldade de exportá-lo, de aclimatá-lo em terras européias que ele nunca visitou? O segundo, ‘A invenção de distâncias’, em harmonia com tendências recentes da crítica machadiana, focaliza os contos, dando-lhes uma importância dentro da obra.

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